quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

"City Lights": let's have fun with Liza?



Em 1977 Minelli participou de um Show chamado “The Act”. Bem “participou” não é a palavra mais apropriada para se usar… Liza era “The Act” pois estava todo o tempo no palco (parece-me que só por 4 minutos ao total não estava em cena).

Nunca assisti este show e só conhecia o disco (diga-se: de cor e salteado).



Encontrei no Youtube, para minha surpresa, uma cena dos Tony Awards com Liza e o Cast de “The Act” em “City Lights” – que aqui não invoca nada do clássico de Chaplin!
Sete minutos eletrizantes, deliciosos e carregados de energia!!!! Show-Bizz at its best!

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segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Nús artísticos (ou "incoerências e contradições no mundo do Ballet")

Vienna’s State Opera (Staatsoper), Premiére dia 9/1 passado, de dois trabalhos do maravilhoso e incrível Jirí Kylian. Do GENIO Kylian. Principalmente “Bella Figura” foi notada pelos nús em cena (coisa nada comum aqui na Ópera) e por alguns lindos físicos como o de Vladimir Shishov, um maravilhoso bailarino (foto)!!!



Mas, para citar Nelson Rodrigues, "toda Nudez será castigada?" Porque?



Esta Premiére, aconteceu na mesma Ópera que, a pedidos do diretor do ballet, o frances Manuel Legris, despediu há alguns meses, sem aviso prévio, Karina Sarkissova (russa de nascimento e nesta foto com Mihail Sosnovschi, outro fantástico bailarino, em "La petite Mort" também de Kylian)



por ter posado nua para uma revista austríaca…



E isto vindo exatamente de Monsieur Legris que já em algumas vezes na vida foi modelo de nús artísticos…



e de alguns bem menos artísticos…



Quanta incoerência... „Faça com outros o que voce jamais faria para voce" ???? É esse o novo "ditado" do nosso mundo?

Aqui um curto trecho de "Bella Figura" com o Nederlands Dans Theater, "casa" por muitos anos de Kylian!
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quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Falando de Amor: till there was you...

Apesar de conhecer-mos coisas já há anos, derepente elas nos tocam, nos fazem ouvir, ver, sentir como se estivésse-mos ouvindo-as, vendo-as, sentindo-as pela primeira vez... Foi o caso que se sucedeu com esta canção e comigo...



Gostaria hoje de dedicar esta postagem, com uma maravilhosa composição do musical “The music Man” (Meredith Wilson) de 1957, a todos que tem a sorte de ter um amor e através dele conseguir "ouvir", “ver”, “sentir” mais do que acontece ao seu redor… De ter esta dádiva de poderem-se tornar mais perceptivos, derepente, de um momento para o outro, num instante, num abrir e fechar de olhos, para (e com) o mundo simplesmente por estarem no estado de alpha que é o amor!

Ódio nunca levou, em nenhuma época, nada a lugar nenhum. O amor, ao contrário, já movimentou montanhas…

Como o próprio texto diz: "Haviam sinos numa planície mas eu nunca os ouvi batendo, haviam pássaros no céu mas eu nunca os vi voando, havia amor por todo lado mas eu nunca o escutei cantando… até voce existir!”.
Sim, “até voce existir”…
Que coisa linda esta delicada percepção e que trabalho mais delicado esta música que é repleta de pureza e honestidade estonteantes.



No papel originalmente criado na Broadway pela fantástica Barbara Cook (e depois no cinema por Shirley Jones) vemos aqui minha querida Kristin Chernoweth com sua voz de soprano (que vezes chega às beiras de coloratura), seu grande talento, sua “entrega” total ao que faz e a felicidade que possui em estar cantando. Que maravilhosa artista. Kristin estrelou em 2003 o filme de TV “The music Man” ao lado de Matthew Broderick.

Mas o que importa hoje é este delicado texto, esta “performance” tão simples (e por este mesmo motivo tão rica) de Kristin e esta gama de emoções que esta simples canção e ela conseguem nos transmitir! Viva momentos assim!

♪ ♫ There were bells on a hill
But I never heard them ringing
No I never heard them at all
till there was you ♫ ♪

♪ ♫ There were birds in the sky
But I never saw them winging
No I never saw them at all
till there was you ♫ ♪

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Then there was music and there were wonderful roses
They tell me in sweet fragrant meadows of dawn and dew

♫ ♪ There was love all around
But I never heard it singing
No I never heard it at all
till there was you ♫ ♪

till there was you


P.S. Alguém se lembra dos Beatles cantando esta mesma música?

sábado, 1 de janeiro de 2011

O concerto da Filarmonica de Viena e as Taças da minha avó... Hoje...

Acordar mais cedo no dia primeiro de janeiro faz parte do meu programa anual… toda uma manhã extremamente excitante espera por mim! Começamos com um petit-dejeuner com panquequinhas com geléia de apricot e coisinhas mais “fortes” – acabamos às 15:00 hs com patês, arenques, caviar, cocktails de camarão e champagne…



Começar o Ano, mesmo que em casa, em Viena consiste em algo de emocionante – bem, pelo menos para os amantes da música como eu, como nós aqui em casa… Viena apresenta-se neste dia do seu melhor lado, do lado mais conhecido em todo o mundo: mais uma vez uma celebração à música! Nosso Concerto de Ano-Novo com a Filarmonica de Viena é para mim um “must”. Este ano sob a regência do queridíssimo maestro austríaco Franz Welser-Möst (ele é de Ober-Österreich como minha família austríaca),



ouvimos um programa maravilhoso, durante o qual “pirei” literalmente: pela primeira vez ouvi partes de “Cachucha”, composição que transformou a bailarina austríaca Fanny Elssler num grande sucesso nos 1860s. Sim, ela literalmente sacudiu Viena (e escandalosamente, por sinal, o que acho ótimo!).

700 milhões de expectadores no mundo inteiro prestigiam este evento que ainda é o evento “live” de maior público na televisão mundial… desconhecido no Brasil. A "minha querida e apreciada” Globo (como Flavinha e eu diríamos… a “Grobis”) cancelou o contrato com o “Musikverein” ainda nos anos 60… e isso quando ainda se falava de cultura para o povo no Brasil… Bem, hoje em dia... 51 países assistem esse evento ao vivo.



Note-se que este ano o Ballet foi lindíssimo: começa-se a notar a influencia de Manuel Legris, novo diretor do Ballet aqui, e uma certa nota “empoeirada” como da Ópera de Paris… “empoeirada” é uma coisa OK… nada depreciativo pois como tem tudo que ver com Paris, tem também com Viena. Amei! Principalmente que “O Danúbio Azul” este ano foi bailado pelos “eleves” da escola de Ballet da Ópera! Nada de "espetaular" porém muito, muito sentido...



Este ano acordei realmente bem mais cedo e depois de lavar uma taças de champagne que usamos ontem à noite com amigos queridos no Reveillon dei-me conta de uma coisa: Essas taças são da minha avó por lado materno, do casamento dela… de 1915… e embarquei numa “viagem”: Imaginem só de quantas felicidades e festividades essas taças francesas são testemunhas… em quantos casamentos, bodas-de-prata e de ouro, festas, Reveillons, batizados, aniversários elas estiveram presentes… e isso numa família como a nossa, que sempre gostou de celebrar… Se estas taças pudessem falar, quantas coisas boas contariam… de risadas, sorrisos, amores, beijos, lágrimas, emoções… hoje me concientizei de quanta energia boa elas trazem com si… elas que só saíram dos armários para dias de festa... e aí tomamos mais uma taça de champagne, de manhã, assistindo o concerto (que começa aliás às 11:15hs!). As poucas que restam (10) e que foram todas usadas ontem à noite adicionaram Viena às suas memórias! Quantas estórias mais poderiam contar...






Aqui o final do concerto de hoje (que já está no youtube, incrível!), a Radetzky-March durante a qual o público pode bater palmas – pelo que me consta a única excessão à uma coisa que é completamente proibida no mundo da música…

Bem… enjoy… acabei de ver ao vivo há 3 horas atrás!!!!!!!!

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terça-feira, 28 de dezembro de 2010

William Saroyan e uma mensagem para 2011, para um pleno Ano-Novo!


O final deste ano trouxe-me mais um presente – o até então para mim desconhecido trabalho do escritor armenio-americano William Saroyan. Fascinante seus escritos, suas idéias… todo um trabalho complexo repleto de filosofia, sabedoria e de tantas facetas!



Com cada página que leio torno-me mais "fã" deste homem que parecia usar as palavras com grande facilidade... Como água descendo um córrego nas montanhas... como diria-se em castellano: con "fluidez" (la capacidad de un hablante de expresarse correctamente con facilidad y espontaneidad).

Estas palavras tornaram-se para mim tão inspiradoras que não consigo resistir a colocá-las aqui como uma mensagem para todos os leitores de “Tertúlias” para 2011! (inclusive com uma livre tradução minha feita ontem)

Um feliz Ano-Novo a todos!


"In the time of your life, live.
Seek goodness everywhere, and when it is found, bring it out of its hiding place and let it be free and unashamed.

Discover in all things that which shines and is beyond corruption.
Be the inferior of no man, or of any men be superior.
Remember that every man is a variation of yourself.

In the time of your life, live -
so that in that wondrous time you shall not add to the misery
and sorrow of the world,
but shall smile to the infinite delight and mystery of it."

William Saroyan


(Durante o tempo de sua vida, Viva.
Procure bondade em todos os lugares e quando esta for encontrada, traga-a para fora de seu esconderijo e deixe-a ser livre e descarada.
Descubra em todas as coisas aquilo que brilha e está além de corrupção.
Seja o inferior de nenhum Homem, ou não seja superior a nenhum Homem. Lembre-se que todo Homem é uma variação de Voce mesmo.
Durante a época de sua vida, Viva. - assim para que neste tempo prodigioso voce não venha a acrescentar nada à miséria e tristeza do mundo, mas possa sim sorrir para o infinito encanto e mistério dele)
(Tradução livre de Ricardo Leitner, 27.12.2010)

domingo, 19 de dezembro de 2010

Merry Christmas!!!!

Desejando a todos voces lindas Festas... cheias de paz, harmonia, calma, serenidade e amor! No real espírito natalino...

Hoje mesmo saímos para comprar o pinheiro de Natal. Conseguimos um lindo, de 3 metros de altura. Está agora no balcao esperando para ser decorado no dia 24.12. (aqui a árvore só é montada no dia de Natal).



Este ano estou mais uma vez muito feliz e grato... Passarei os dias de Natal em grande companhia. Minha querida mae veio do Brasil para passar esta época do ano comigo! Ontem visitamos um dos "mercados de Natal", no palácio Schönbrunn... discretamente decorado... Muito frio, neve, vinhos quentes, castanhas assadas... e apesar de muita gente, tudo muito calmo... Natal... uma delícia!



Divido esta felicidade aqui com todos os seguidores, amigos e leitores das "Tertúlias". Sim, os grandes incentivadores deste salao que transformou-se no nosso ponto de encontro e que me dá a oportunidade de contar e dividir tantas coisas que sao tao importantes para mim!

Obrigado "from the bottom of my heart" por todo o apoio e carinho! É um presente que recebi o ano inteiro... Como se o Natal tivesse 365 dias...

Feliz Natal e muita PAZ para este mundo nosso, que é tao frágil, queridos!

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terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Rachmaninoff, "Rhapsody", Sir Frederick Ashton e um fabuloso pas-de-deux...

A variação # 18 de “Rapsódia sobre um tema de Paganini” (composta em 1936) não pertence definitivamente à minha música predileta. Talvez por achá-la demais «lugar comum» ou não muito inspirada ou simplesmente demasiadamente «melodramática» para meu gosto. E logo eu, que simplesmente venero o trabalho de Rachmaninoff (inclusive todo o resto de “Rapsódia”).



Mas isto não impede a minha admiração por “Rhapsody Pas-de-Deux”, criado pelo magnífico Sir Frederick Ashton em 1980 para Mikhail Baryshnikov e Leslie Collier (tão respeitada por sua criação de “Manon”). E sabem por qual ocasiao? O octagésimo aniversário da “Queen Mom” no Albert Hall…



Imaginem só ter um Ballet criado para voce como presente de aniversário… Quem me dera!

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quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

"Peanuts", Sally, "My new Philosophy" & Kristin Chenoweth!



Não posso mais lembrar-me de quando comecei a ler „Peanuts“. Sei que foi nos anos 60 e sei que não parei realmente até hoje. Me fascinam todas essas "personalidades" (Será cada uma realmente uma pequena parte do autor? Assim como as marionetes em "Lili"?). Tenho não sei quantos livrinhos em casa, amarelados pelos anos em que vem me acompanhando, e mesmo as vezes conhecendo-os „de cor e salteado“ não me canso de pobre Charlie Brown, o eterno perdedor



e das maravilhosas exclamações da incrível e incansável Lucy,



principalmente durante as sessões de análise que dá por 5 cents.



Adoro os pensamentos filosóficos de Snoopy e o lindo Woodstock, que mal consegue voar mas tendo os dons da datilografia e da estenografia é, por assim dizer, o secretário oficial de Snoopy.



Amo Schroeder, sua paixão por Beethoven e seu pianinho, no qual as teclinhas negras são só pintadas (e a desenfreada paixão que Lucy sente por ele),



E Marcie (incrível!), que chama sua amiguinha sempre de “Sir”



e Linus, irmãozinho de Lucy, ainda dependente emocionalmente de uma mantinha que carrega para onde vai.



Apaixonada por ele é Sally, Sally Brown, a irmã menor de Charlie. Esta sim, apesar de ser uma “coadjuvante” em “Peanuts”, é uma das minhas preferidas, senão a grande preferida! De uma eloquencia maluca! Genial!!!!



Sally simplesmente ODEIA a escola e tenta com as desculpas mais esfarrapadas ficar longe dela. Ela sempre sente que tem a razão e é muito difícil convence-la do contrário… ela tem uma forma de olhar para a vida e querer passar por ela fazendo o mínimo possível. Adoráveis são suas confusões idiomáticas causadas pelo seu “malapropismo” (substituir palavras por outras de som parecido mas de outro significado): por exemplo “violins breaking out” no lugar de “violence breaking out” ou “controversial French” em vez de “conversational French”. Simplesmente deliciosa!!!



E Sally também desenvolveu frequentemente “novas filosofias” sobre a vida… Estas são ainda mais maravilhosas!!!!

As vezes dizendo coisas como “Sempre teremos Minneapolis” (referindo-se ao famosíssimo “Sempre teremos Paris” de Bogart para Bergman em “Casablanca”). Outra vez Sally declarou que sua filosofia era simplesmente a palavra “Não”, o que passou a ser sua resposta a partir deste momento para toda e qualquer pergunta. Vejam o video…

Cada personagenzinho de Charles Schulz (o criador e desenhista de “Peanuts” desde os anos 50 até sua morte em 2000) é de uma complexidade impressionante. Todos são riquíssimos em termos de vida, experiencias, coerencias, todos tem um passado, uma vida fora do que vemos nas tirinhas. Um lindo trabalho! Coisa de genio!!!!

Notei numa das minhas últimas postagens que muitos não conheciam Kristin Chenoweth, esse novo “darling”, de imenso talento, dos palcos, tv e cinema americanos.
Resolvi colocar mais sobre ela aqui no futuro (Recomendo porém uma postagem que já fiz há algum tempo atrás sobre “Candide” de Voltaire, opereta de Bernstein na qual ela brilhou. Vide minha postagem de 16.01.2009, uma outra faceta de Kristin… operática… que técnica e que humor! É só clicar no «arquivo Chenoweth Kristin» um pouco mais abaixo, ao lado direito das “Tertúlias”). Um enorme talento!



Em 1999 Kristin Chenoweth interpretou Sally no musical “You’re a good Man, Charlie Brown” e levou para casa um “Tony Award” como melhor “featured actress”, num de seus primeiros trabalhos.



Charles Schulz
lhe disse que ela era atriz perfeita para interpretrar Sally! E ela é mesmo… atrevida, neurótica, mandona, metida, cheia de si e de muita energia… a própria Sally! Um momento repleto de MUITO talento! Enjoy!

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domingo, 5 de dezembro de 2010

Prima Donna, Paris & um bom cliché...

Se sou muito sincero, tenho que admitir que sou “bem chegado” a um cliché,



Adoros mesas de Natal cheias de opulencia, considero o Egito o cliché de um país para uma clássica viagem cultural assim como Paris em abril perfeita (foi o que fiz no meu último aniversário !), fazer compras pré-Natalinas em Londres no Harrods, ir a Portugal e comer bacalhau, assistir «O quebra-nozes» na época do Natal…

Da mesma forma adoro “personas” como Cauby e Angela Maria, o cliché dos “cantores do povo”, malandro de sapatos brancos, cartão postal com vista do Pão-de-Açúcar, prato de borboleta, a janela de minha cozinha no inverno com a vista (cartão postal) de árvores nevadas, “Orfeu Negro” com as mulheres levando latas d’água na cabeça para a favela, Ovo de Páscoa… Clichés…

No mundo das artes adoro o eterno cliché das divas:



Callas, Tebaldi, Schwarzkopf, Pavlova, Duncan, Garbo, Anita Ekberg como diva suéca em "La Dolce Vita",



Lina Lamont
em «Singin’ in the Rain» e por aí vai a lista…

Talvez seja este o motivo de tanto gostar desta cena abaixo… Não gosto do trabalho de Andrew Lloyd Weber (os seus clichés musicais são demais, até para mim!), nem de “O Fantasma da Ópera” no palco e no cinema MAS amo a qualidade visual desta cena e de tudo que ela exalta.



Carlota. Prima-Donna. Claro, um dos maiores clichés. Desde o Champagne bebido nos sapatos até as jóias e toda a bajulação feita ao redor dela (Incluíndo o cliché do mundo da Ópera em França).
P.S. Adoro a entrada das bailarinas no final... é a única parte na qual a música realmente me agrada!

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Baryshnikov, Giselle, 1977 e um amor descabido...

Eu jamais encontrarei as palavras corretas para sequer tentar descrever Baryshnikov e sua Arte...



Aqui um curto clip de “Giselle” no mesmo ano em que «The turning Point» foi filmado (1977). Notem a exatidão de sua performance comparada à versão filmada (Na qual executa a mesma variação). A princípios pensei que era a mesma cena, filmada de outro angulo, mas depois de reve-la várias vezes posso afirmar com toda certeza que não se trata do mesmo take…

Misha at his best!


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E aqui o Trailer de “The turning Point”, filme de célebre sensibilidade que acaba com o seguinte diálogo entre Dee-Dee (MacLaine) e Emma (Bancroft), comentando sua filha/ afilhada, Amelia. Diálogo que tão bem descreve este amor descabido que um bailarino sente por sua arte...

Dee-Dee: Oh Emma, if only she knew everything we know…
Emma: It wouldn’t matter a damm!

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