O video anterior à esta postagem (Raisa Gilko em “La mort du Cygne”) teve a única e exclusive função de mostrar um agradecimento do qual muito gostei.
Sua dança nada me emociona…




Um CISNE mesmo é a querida, eterna Evelyn Hart – que, aqui, não luta para parecer bonita e elegante todo o tempo (o que já é por sua elevada arte)
mas se concentra na execução e interpretação do único momento em que o cisne canta – em toda sua vida:
o momento de sua morte…
