Num certo tempo dos anos 70 era, para a classe artística, quase um “símbolo de status” aparecer ou em “Sesame Street” ou em “The Muppets Show”.
Muito importante MESMO!
Como os tempos mudaram...
Julie Andrews, magnífica Julie, teve várias oportunidades já que – nestes anos – ainda tinha o “status” de “Superstar” (que para mim, particularmente, até hoje não perdeu!).
Aqui uma deliciosa “rendition” de “Big Spender” (a música das prostitutas de “Sweet Charity” num programa de crianças!) de uma Julie que queria libertar-se de qualquer forma da imagem “água com açúcar” que tinha adquirido em “Mary Poppins” e em “The Sound of Music”. Julie, musicalmente, "on top"!
P.S. lembro-me de ter assitido este programa em casa, no início de minha adolescencia, numa daquelas primeiras TVs à cores que tivemos no Brasil – um daqueles elefantes que ocupavam 3 metros cúbicos de qualquer sala…
Haja...
A nossa era uma “Telefunken”… tecnologia alemã sempre foi um "must" para meu pai.
E isso para alguém que trabalhou para a Philipps do Brasil, empresa holandesa...
Tempos de descobertas, de muitas descobertas: Broadway, Cinema, musicais abriam suas portas para mim…
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quinta-feira, 25 de agosto de 2016
segunda-feira, 6 de junho de 2016
Our love is here to stay...
A última composição do fabuloso George Gershwin não poderia ter sido mais inspirada…
Our love is here to stay…
Ele deixou-a interminada quando partiu tão jovem deste mundo mas seu grande amigo e colaborador Oscar Levant terminou-a.
Um “hino” ao amor que consolidou-se nas últimas semanas dentro de mim.
Finalmente compreendi este texto ao mesmo tempo simples e extremamente rico!
Aqui Gene e minha querida, amada Leslie Caron num dos momentos de maior simplicidade do cinema musical… Fabulosos…
Its very clear, our love is here to stay
Not for a year, but forever and a day
The radio and the telephone,
And the movies that we know
May just be passing fancies
And in time may go
But, oh my dear
Our love is here to stay
Together we're going a long long way
In time the Rockies may crumble
Gibraltar may tumble
They're only made of clay
But our love is here to stay
...e para quem ainda tiver interesse: Bobby Short - inigualável!
Our love is here to stay…
Ele deixou-a interminada quando partiu tão jovem deste mundo mas seu grande amigo e colaborador Oscar Levant terminou-a.
Um “hino” ao amor que consolidou-se nas últimas semanas dentro de mim.
Finalmente compreendi este texto ao mesmo tempo simples e extremamente rico!
Aqui Gene e minha querida, amada Leslie Caron num dos momentos de maior simplicidade do cinema musical… Fabulosos…
Its very clear, our love is here to stay
Not for a year, but forever and a day
The radio and the telephone,
And the movies that we know
May just be passing fancies
And in time may go
But, oh my dear
Our love is here to stay
Together we're going a long long way
In time the Rockies may crumble
Gibraltar may tumble
They're only made of clay
But our love is here to stay
...e para quem ainda tiver interesse: Bobby Short - inigualável!
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domingo, 10 de abril de 2016
sexta-feira, 4 de março de 2016
Oscar: uma "Collage" dedicada ao Musical...
Para começar o fim-de-semana de forma leve, o que melhor do que uma pequena reverencia, homenagem ao filme musical?
Como a capa do (meu) livro mostra; all singing, all dancing...
Neste caso, aqui vai, um pedacinho da cerimonia do Oscar de 1989 – um dos videos que reencontrei por acaso aqui em casa (e transformei em DVD para “a posteridade”) e que andam me divertindo MUITO!
O foco, neste caso em particular, São está nas cenas dos filmes musicais e sim no corte desta “collage”: Magnífico trabalho, quase artesanal, que consegue em curto tempo nos prender a atenção, levar por um mundo de Technicolor, Cinemascope & Stereophonic Sound e motivar a ver outros filmes do genero…
Só assistindo à uma homenagem deste genero nos damos conta das centenas de talentos que povoavam o cinema, nas telas e atrás delas, nos anos 30,40, 50... que maravilha!
Sim, quero um fim-de-semana musicado (nada melhor do que uns filmes leves e descomplicados para acompanhar o belo resfriado pelo qual passo…), quero dois dias de Fred, Ginger e Judy...
Comentário: como o “Oscar” mudou nestes últimos 27 anos, não acham?
Como a capa do (meu) livro mostra; all singing, all dancing...
Neste caso, aqui vai, um pedacinho da cerimonia do Oscar de 1989 – um dos videos que reencontrei por acaso aqui em casa (e transformei em DVD para “a posteridade”) e que andam me divertindo MUITO!
O foco, neste caso em particular, São está nas cenas dos filmes musicais e sim no corte desta “collage”: Magnífico trabalho, quase artesanal, que consegue em curto tempo nos prender a atenção, levar por um mundo de Technicolor, Cinemascope & Stereophonic Sound e motivar a ver outros filmes do genero…
Só assistindo à uma homenagem deste genero nos damos conta das centenas de talentos que povoavam o cinema, nas telas e atrás delas, nos anos 30,40, 50... que maravilha!
Sim, quero um fim-de-semana musicado (nada melhor do que uns filmes leves e descomplicados para acompanhar o belo resfriado pelo qual passo…), quero dois dias de Fred, Ginger e Judy...
Comentário: como o “Oscar” mudou nestes últimos 27 anos, não acham?
domingo, 10 de janeiro de 2016
Kristin Chenoweth in "The music Man": Till there was you
♪ ♫ There were bells on a hill
But I never heard them ringing
No I never heard them at all
till there was you ♫ ♪
♪ ♫ There were birds in the sky
But I never saw them winging
No I never saw them at all
till there was you ♫ ♪
Then there was music and there were wonderful roses
They tell me in sweet fragrant meadows of dawn and dew
♫ ♪ There was love all around
But I never heard it singing
No I never heard it at all
till there was you ♫ ♪
till there was you
segunda-feira, 21 de setembro de 2015
Never gonna dance...
Never gonna dance… 1936, Swing Time… Astaire & Rogers…
Fred impeccable, Ginger beautifully dressed.
Can you believe that this was the 47th take of it?
In fact there is only a single cut during the “big” dance scene…
Everyone was mad wanting to go home, Ginger’s feet were bleeding but Fred’s sense of perfection was stronger…
Thank you, Fred, for this living remembrance…
Perfect!
Never gonna dance… 1936, Swing Time… Astaire & Rogers…
Fred impecável, Ginger lindamente vestida.
Podem imaginar que esta foi a quadragézima sétima tomada desta cena?
Na realidade só há um corte na “grande” cena de dança…
Todos estavam loucos com ele, querendo ir para casa, os pés de Ginger sangravam mas o senso de perfeição de Fred era mais forte…
Obrigado, Fred por esta memória tão viva…
Perfeito!
Fred impeccable, Ginger beautifully dressed.
Can you believe that this was the 47th take of it?
In fact there is only a single cut during the “big” dance scene…
Everyone was mad wanting to go home, Ginger’s feet were bleeding but Fred’s sense of perfection was stronger…
Thank you, Fred, for this living remembrance…
Perfect!
Never gonna dance… 1936, Swing Time… Astaire & Rogers…
Fred impecável, Ginger lindamente vestida.
Podem imaginar que esta foi a quadragézima sétima tomada desta cena?
Na realidade só há um corte na “grande” cena de dança…
Todos estavam loucos com ele, querendo ir para casa, os pés de Ginger sangravam mas o senso de perfeição de Fred era mais forte…
Obrigado, Fred por esta memória tão viva…
Perfeito!
sábado, 5 de setembro de 2015
Fred Astaire: mad, delirious Fred...
Everyone has his favourite Fred Astaire scene… this is mine!
Very far way from his debonair and extremely elegant image...
Mad, delirious Fred not only showing his precision and musicality but also pure geniality…
From the forgotten (and forgetful) “Let’s Dance” (1950) which was made at a very low point of his career… Can you believe that Betty Hutton had top billing?
Curtains up for marvelous, unique Fred…
Todos tem sua cena preferida de Fred Astaire… esta é a minha!
Bem longe de sua imagem debonair e extremamente elegante...
Louco, delirante Fred não só mostrando sua precisão e musicalidade mas também pura genialidade!
Do esquecido (e esquecível) “Let’s Dance” (1950) que foi feito num ponto bem baixo de sua carreira… Podem imaginar que Betty Hutton teve top billing?
Cortinas para o maravilhoso, único Fred…
Very far way from his debonair and extremely elegant image...
Mad, delirious Fred not only showing his precision and musicality but also pure geniality…
From the forgotten (and forgetful) “Let’s Dance” (1950) which was made at a very low point of his career… Can you believe that Betty Hutton had top billing?
Curtains up for marvelous, unique Fred…
Todos tem sua cena preferida de Fred Astaire… esta é a minha!
Bem longe de sua imagem debonair e extremamente elegante...
Louco, delirante Fred não só mostrando sua precisão e musicalidade mas também pura genialidade!
Do esquecido (e esquecível) “Let’s Dance” (1950) que foi feito num ponto bem baixo de sua carreira… Podem imaginar que Betty Hutton teve top billing?
Cortinas para o maravilhoso, único Fred…
domingo, 27 de julho de 2014
Auntie Mame: Life is a banquet
“Um clássico perdido”, como hoje em dia este livro é mencionado…
Já há muito tempo penso em escrever sobre este tema… mas não conseguia me decidir COMO, já que ele se diversifica em tantos outros… “Auntie Mame”, o livro, o personagem, a peça de teatro, o filme, Rosalind Russell, Angela Lansbury, Bea Arthur, Lucille Ball e, acima de tudo, Patrick Dennis (Edward Everett Tanner III, 1921-1976, o maravilhoso, “flamboyant”, genial autor!).
Para ser muito sincero ainda não sei ao certo onde e como realmente começar…
Me ocorre porém que, ao redescobrir o livro “Auntie Mame” há alguns anos (Graças a Deus este título foi redescoberto e “tirado do fundo do baú” para ser mais uma vez publicado!) não só o “devorei” como também o presenteei a vários amigos.
Uma destas pessoas (uma alemã, daquelas "estacionadas” em 1968), que infelizmente tem aquele tipo de “postura” literária “cliché” que tenta se definir como “muito aproximada a um certo intelectualismo”, torceu o nariz e me deu a entender que não o tinha lido até o final… Uma pena – para ela - , pois perdeu uma das melhores oportunidades de ler “uma lição de vida” regada ao molho de bom-humor, positivismo, felicidade, diversão e “chic”. E isto por causa de seu preconceito. Exatamente uma das coisas que Mame Dennis mais detestava na vida…
Sim. Mas, porque este cliché que filosofia só pode ser pensada, respirada e articulada por caras lavadas como, por exemplo, Simone de Beauvoir? Ora… não machuca ninguém ser mais aberto para outras facetas da vida… E é esta a real filosofia de Mame Dennis: Life is a banquet and most poor sons-of-bitches are starving to death!!!!
Mame Dennis, “filha” da era da depressão, é um dos personagens mais deliciosos da literatura Americana – uma glamourosa, energética, incansável socialite (descrita por Patrick Dennis como “intoxicatingly perfumed”; ela considerava as 9:00 hs da manhã como “o meio da noite”), que luta batalhas não só pela felicidade mas também por justiça social e contra os preconceitos da chamada “classe média”… Uma delícia!
Patrick Dennis narra a estória e nos fala de imortais personagens como Vera Charles, Agnes Gooch, Ito, Mr. Babcock e Beauregard Jackson Pickett Burnside… Esta foi a razão do porque deste livro ter sido recusado por 19 editores… Não “se narrava” um livro… Depois de publicado em 1956 “Auntie Mame” esteve por dois anos na lista dos best-sellers do New York Times, junto com “Guestward, Ho!” e “The loving couple”, trasformando assim Dennis no primeiro autor a ter tres livros ao mesmo tempo nesta lista. Por sinal: a primeira edição de “Auntie Mame” vendeu mais de 2 milhões de exemplares transformando-o, da noite para o dia, num milionário!
Muitos sucessos vieram – inclusive “Little me” (uma deliciosa biografia sobre uma péssima atriz – de certa forma muito próxima à imagem de Zsa Zsa Gabor) que como “Mame” se transformaria num musical da Broadway. Mas, um dia Dennis saiu de moda, separou-se de sua família assumindo sua homossexualidade, perdeu toda sua mal-administrada fortuna, caiu na obscuridade e acabou sua vida trabalhando como mordomo, inclusive para a família Ray Kroc (fundador do McDonald’s). Dennis comentou uma vez sériamente: “I would rather serve these people than have to talk to them” (Prefiro servir estas pessoas do que ter que conversar com elas).
Dennis, que havia (mais uma vez) assumido um novo pseudonimo, Edwards, havia se desfeito de todos seus bens materiais, mantendo consigo sómente um original de “Vanity Fair” de Thackeray, um volume de “Etiquette” de Emily Post (!?!) e um dicionário para “Palavras-Cruzadas”. “Estou embarcando no que sera provávelmente a melhor carreira que já tive”, disse na época.
Hoje em dia Dennis, com esta “resurreição” dos últimos anos, é considerado como uma espécie de “Noël Coward Americano” (apesar de eu não gostar deste tipo de comparações).
O personagem Mame Dennis foi criado como um “espírito livre” que mostra ao seu sobrinho como viver a vida ao máximo… e neste processo ela inclúi lições nada ortodoxas (o próprio Dennis tirou um dia seus filhos da escola e levou-os para assistir o “Folies Bérgère” dizendo para sua professora: “Eles aprenderão mais comigo”). Por este e vários outros motivos é mais do que óbvio que, apesar de várias Senhoras da família de Dennis terem clamado ser “a inspiração para Mame Dennis”, a deliciosa tia não é ninguém menos ou mais do que o alter ego do próprio Patrick Dennis.
A (também) deliciosa Rosalind Russell deu vida à Mame no palco da Broadway em 1956 – e seguiu para Hollywood para mais uma vez entrar na alma da sua criação no filme que mais renda deu em 1958. Para mim Roz Russell é a eterna Mame, sua mais pura personificação.
Em 1966 o musical “Mame” foi criado para Angela Lansbury que teve que ceder seu lugar para Lucille Ball no homonimo filme de 1974. O início dos anos 70 não era realmente o solo mais fecundo para a personalidade de Mame Dennis, não depois de “Hair”e Woodstock – mesmo assim “Mame” foi um grande sucesso de bilheteria… apesar da crítica não ter sido nada gentil com “Lucy”.
Comparando porém as “Mames” de Russell e Ball (em celulóide) nota-se uma diferença crucial: Russell é “Comédia sotisficada” até debaixo das unhas do pé, Ball é mais “Pastelão”… Mesmo assim, cada filme tem suas virtudes e em ambos a mensagem principal existe: LIVE!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Abaixo Roz no palco e num still publicitário do filme. Abusando do direito de ser charmosa...
Finalizo esta “Tertúlia” com duas exclamações feitas sobre Dennis. A primeira de Matteo Codignola da Editora italiana “Adelphi”: “Uma das razões do seu (“Auntie Mame”) sucesso é a sua clara mensagem – Não tem que se viver como ovelhas de um rebanho. Voce pode reinventar sua vida. Ela pode ser bizarra e livre, e um pouco mais aprazível“.
A segunda de seu filho Michael Tanner (1956): „Ele (Dennis) queria ser uma pessoa convencional… e ele simplesmente não era“.
Assim como Auntie Mame… Life is a Banquet!
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segunda-feira, 21 de abril de 2014
"Loverly": Julie Andrews e seu ar contemplativo como Eliza...
Desde a versão de George Cukor de „My fair Lady“ (Warner, 1964), com Audrey Hepburn, o primeiro número de Eliza (“Wouldn’t it be loverly?”) vem-se transformando erroneamente num número “feliz”, cheio de sorrisos, risadas, felicidade... mas não foi isso o que Alan Jay Lerner, Frederick Loewe e Moss Hart „visualizaram“ para Eliza...
Muito pelo contrário.
Na versão original ela canta „o que poderia ser” de um ponto de vista mais meditativo, contemplativo…
Esta sempre foi MINHA teoria – infelizmente não era nascido quando o original foi feito na Broadway na estação teatral de 1955/56 e por este motivo não tinha como provar minhas suposições...
Mas não é que a vida me proporciona certas felicidades????
Encontrei um video de Julie (Andrews) num programa de televisão de Ed Sullivan de 1960.
Maravilhosa descoberta: Julie já estava em «Camelot» ao lado de Richard Burton mas para este programa recria esta cena que tinha feito até o ano anterior (já em Londres, depois da Broadway) com a coreografia original…
...e notem, o “ar” contemplativo, meditativo…´nada de falsas felicidades e afetações. Uma "flower girl" sonhando com um mundo melhor. Só isso!
“Loverly”. Eu tinha razão!
E tudo isto adicionado à simplicidade da coreografia, da cenografia e do "staging": AMO!
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segunda-feira, 10 de março de 2014
Take a feeling: Monotony...
Eu sei que já publiquei esta canção aqui uma vez... há muito...
Mas sei também que é um dos meus números prediletos do grande acervo da MGM…
e apesar de ter sido cortado do fabuloso “Easter Parade” (Desfile de Páscoa, 1948), ele nos mostra uma Judy que, nas palavras de Mickey Rooney, estava «at her very best, at the top of her career». Concordo.
E com toda a simplicidade dos momentos eternos, Judy, num trajezinho que viraria sua “marca registrada”, sem cenários, sem grande mis-en-scene, cantando sem “floreados” e repetindo propositalmente os monótonos acordes escritos por Irving Berlin, nos diz "tudo". Sai das telas e conquista a sala do cinema para nos encher de calor com sua interpretação.
Résumé: um daqueles curtos momentos que nos esclarece o porque deste imenso talento ter sido uma estrela tão única em seu magnetismo...
Que maravilha… uma eterna jóia musical e cinematográfica!
Viva os acervos das grandes Companhias da « Fábrica dos Sonhos ». Como gostaria de ter um trabalho lá… pesquisando… Imaginem só o que eu faria... sim, seriam as reais "Adventures of Ricardo in Wonderland"!
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sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014
The american Dream?
O talentosíssimo ingles Jonathan Pryce... Sim, talento que muito admiro. Assisti-o uma vez "live" como Prof. Higgins em "My fair Lady" no West End.
Aqui, ele, num número de “Miss Saigon” (que ele criou no West End em 1989) e numa da melhores Galas que até hoje assisti:
Hey, Mr. Producer (dedicada a Sir Cameron Mackintosh, grande "producer"), London 1998…
Claro que sente-se falta da maquiagem que fazia dele um vietnamita... but who cares? O interessante personagem, sujo, indecente, imoral e amoral, esta aí...
Brilliant…
P.S. No original (Broadway & West End) baixava do teto um Cadillac - um símbolo e tanto do American Dream. Esta "Miss Liberty" vietnamita aqui foi uma criatividade (muito inventiva por sinal) para um show que tinha tantos números musicais e jamais poderia acomodar um carro "só" para um número...
♫♪♫♫♪
Girls can buy tits by the pair…
The American dream.
Bald people think they’ll grow hair…
The American dream.
Cars that have bars take you there…
The American dream.
On stage each night Fred Astaire…
The American dream.
It’s time we all entertain MY American dream!!!!!
♫♪♪♪♫♪
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