domingo, 5 de dezembro de 2010

Prima Donna, Paris & um bom cliché...

Se sou muito sincero, tenho que admitir que sou “bem chegado” a um cliché,



Adoros mesas de Natal cheias de opulencia, considero o Egito o cliché de um país para uma clássica viagem cultural assim como Paris em abril perfeita (foi o que fiz no meu último aniversário !), fazer compras pré-Natalinas em Londres no Harrods, ir a Portugal e comer bacalhau, assistir «O quebra-nozes» na época do Natal…

Da mesma forma adoro “personas” como Cauby e Angela Maria, o cliché dos “cantores do povo”, malandro de sapatos brancos, cartão postal com vista do Pão-de-Açúcar, prato de borboleta, a janela de minha cozinha no inverno com a vista (cartão postal) de árvores nevadas, “Orfeu Negro” com as mulheres levando latas d’água na cabeça para a favela, Ovo de Páscoa… Clichés…

No mundo das artes adoro o eterno cliché das divas:



Callas, Tebaldi, Schwarzkopf, Pavlova, Duncan, Garbo, Anita Ekberg como diva suéca em "La Dolce Vita",



Lina Lamont
em «Singin’ in the Rain» e por aí vai a lista…

Talvez seja este o motivo de tanto gostar desta cena abaixo… Não gosto do trabalho de Andrew Lloyd Weber (os seus clichés musicais são demais, até para mim!), nem de “O Fantasma da Ópera” no palco e no cinema MAS amo a qualidade visual desta cena e de tudo que ela exalta.



Carlota. Prima-Donna. Claro, um dos maiores clichés. Desde o Champagne bebido nos sapatos até as jóias e toda a bajulação feita ao redor dela (Incluíndo o cliché do mundo da Ópera em França).
P.S. Adoro a entrada das bailarinas no final... é a única parte na qual a música realmente me agrada!

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