Adoros mesas de Natal cheias de opulencia, considero o Egito o cliché de um país para uma clássica viagem cultural assim como Paris em abril perfeita (foi o que fiz no meu último aniversário !), fazer compras pré-Natalinas em Londres no Harrods, ir a Portugal e comer bacalhau, assistir «O quebra-nozes» na época do Natal…
Da mesma forma adoro “personas” como Cauby e Angela Maria, o cliché dos “cantores do povo”, malandro de sapatos brancos, cartão postal com vista do Pão-de-Açúcar, prato de borboleta, a janela de minha cozinha no inverno com a vista (cartão postal) de árvores nevadas, “Orfeu Negro” com as mulheres levando latas d’água na cabeça para a favela, Ovo de Páscoa… Clichés…
No mundo das artes adoro o eterno cliché das divas:
Callas, Tebaldi, Schwarzkopf, Pavlova, Duncan, Garbo, Anita Ekberg como diva suéca em "La Dolce Vita",
Lina Lamont em «Singin’ in the Rain» e por aí vai a lista…
Talvez seja este o motivo de tanto gostar desta cena abaixo… Não gosto do trabalho de Andrew Lloyd Weber (os seus clichés musicais são demais, até para mim!), nem de “O Fantasma da Ópera” no palco e no cinema MAS amo a qualidade visual desta cena e de tudo que ela exalta.
Carlota. Prima-Donna. Claro, um dos maiores clichés. Desde o Champagne bebido nos sapatos até as jóias e toda a bajulação feita ao redor dela (Incluíndo o cliché do mundo da Ópera em França).
P.S. Adoro a entrada das bailarinas no final... é a única parte na qual a música realmente me agrada!
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16 comentários:
Ricardo, que saudade de ler seus posts com calma! Logo acaba meu trabalho na Unicamp e poderei fazer isso.
Há clichés e clichés, né? Também acho "O fantasma da ópera" over demais para o meu gosto, mas a Marselhesa de "Casablanca" é tão inesquecível quanto tantos finais felizes dos clássicos de Hollywood (A Loja da esquina, Felicidade não se compra) e as canções românticas por meio das quais o mocinho se declara à mocinha nos musicais...
Bjinhos, querido. Bom final de semana pra você também!
Dani
ADORO! ADORO!! ADORO!!!
Cliché e Divas. A combinação perfeita!
That was really fun! I just loved it!
Boy oh boy, people comment your themes so quickly. I was never the first!) Mike
Ricardo, Sempre aos domingos leio Tertúlias e vou recordando as postagens anteriores e os comentarios. Que 2011 ela continue nos prestigiando. Um belo fim de semana Dja
Fabuloso vídeo.
Quase um Felinni musical...
O,Ricardo
Existe algo mais clichê que um domingo de sol,calmo e silencioso, após uma madrugada de tempestade?
Lendo agora seu ótimo post num dia exatamente assim,concluo que muitas coisas boas da vida são clichês,e isso é bom demais.
Bjs
Lícia
Ricardo, visitar este seu cenário tertúlias, e poder rever lendo como só você sabe descrever ,
é, e será ,sempre um momento especial, Prima -Dona,
Paris com seus clichês, e relembrando aqui o nosso Brasil, com alguns deles, imperdível.
Sem sobra de duvidas,
eu amo aqui estar neste seu espaço, onde deixa os melhores momentos desta palavra mágica chamada SAUDADE,
como é gratificante,
Beijos brasileiros,
Efigenia
Lícia, como eu disse: "sou chegado a um cliché". Bom mesmo, né???
Efigenia, Pinguim, Todos: Obriagdo por sempre tanto incentivo!
Lindo resto de domingo!
Ricardo
Aquele vestido caindo e depois a peruca parece cena de desenho animado da Cinderela. Adorei...rs só faltou os passarinhos.
Quem não gosta de um clichê? Eles tornam as coisas familiares.
Gostei demais da sua postagem.
beijos
Oi,Ricardo
Sim,vc disse,e é realmente bom.Eu tb gosto.
Bom,e vamos a uma nova semana de trabalho. Espero que seja ótima pra todos.
Bjs
Lícia
Ricardo:beijinhos.
Descobri que sou mais ou menos parecida com V., no que se refere a clichés. Adoro uma mesa de Natal, adoro assistir o Quebra Nozes(em especial a Dança das Flores), e comprar presentes é uma glória!
Gosto de Cauby e Ângela Maria - cafonérrimos -. Mas cá pra nós são inigualáveis cantando, o primeiro, New York New York, e a segunda, Babalú.
O prato de borboletas ........ vou fingir que não prestei atenção, porque aí, já é um pouquinho demais.....
Você esqueceu do pinguim de geladeira, - uma graça!
Agora, não gostar de O Fantasma da Ópera, não entendi.... Como?!?!?!
Das 3 vezes que estive em Nova York, em duas, vi e revi a opereta, que considero 10!
Não posso aceitar que V., uma pessoa de tanto bom gosto e tão refinada, não goste do Fantasma!.....
A partir de hoje V. vai passar a amar o Fantasma junto comigo,O.K.?
Malcriação a parte: mas vou lhe fazer essa exigência.
Mary
Pois é... ;-))
Eu tenho uma implicancia danada com a música do Weber... até Evita...
Quanto ao prato de borboletas... Sente-se: Tenho um pendurado no Lavabo aqui!!!!! Acho o máximo (claro que nao o levo a sério... mas adoro colocar uma cafonália no meio de outras coisas de bom gosto... Adoro!).
Hoje paro por aqui pois amanha tenho conferencia para a imprenssa e tenho que me preparar...
Wish me Luck!
Beijo
Ricardo
Tenho que admitir que nunca tinha visto. E quero ver mais! Bjs Claudia-Louise
Estava começando a julgar-me antiquado por gostar de coisas démodé...
Afinal, vejo confirmado que o bom-gosto não tem idade!
Abraço,
António
Adorei teu comentário, querido Antonio! Exactement: Bom gosto nao conhece idade, nacionalidade ou religiao. Simplesmente existe!
Obrigado.
Ricardo
Nossa, como achei O Fantasma da Ópera sonolento... embora goste da Driver :) As únicas cenas que lembro referem-se ao baile dos mascarados e àquela lutinha cafona de espadas que me fez desligar a tv.
Mas do seu blog eu gosto ;)
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