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sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

REMEMBERING: You were meant for me... Um "Happy Valentine" atrasado...

Existem momentos muito especiais no mundo do Cinema… E este é um deles! Saudades de quando o vi pela primeira vez nos anos 70… no „finado“ Cinema II na Raul Pompéia, no Rio de Janeiro, em companhia de amigos como Mari, Flávia, João, Mayr, Brigitte, Ana Valéria, Mauro…



Mas antes uma pequena explicação… Ontem, exatamente no Valentine’s day, recebi um e.mail desaforado de uma pessoa que já há muito tempo coloquei para fora da minha vida. Não há razão para ninguém ter que aturar uma pessoa agressiva, neurótica, invejosa, desaforada por toda uma vida… N'est ce pas?

Agora, eu pergunto: não é reação extremamente sintomática o fato dela me escrever exatamente no “Valentine’s day”? Não é que eu realmente ligue nem para esse dia, nem para todo o comércio que ele trás consigo… mas, logo ela, “psicóloga”, uma pessoa (em suas próprias palavras) “interiorizada”, dá a “bandeira” da sua insatisfação exatamente neste dia… “Physician, heal Thyself!”!

Fico assustado como uma pessoa pode tranformar-se nessa pessoa amargurada, frustrada, feia, mentirosa, cheia de raiva, possuída pela inveja que é… Fui advertido há alguns anos, quando ela esteve aqui me visitando. Chamaram-me a atenção ao fato dela, em mais de uma semana na minha casa, não ter aberto sua carteira nenhuma vez, nem para pagar um café ou uma passagem de bonde e ter-se aproveitado de mim, da minha hospitalidade, boa fé, generosidade…



Por isso aqui minha resposta ao seu e.Mail: Uma dedicaão atrasada de “Valentine” a todos os meus reais amigos! Um momento de amor no Cinema… bem, na realidade, bem mais do que só amor: um momento de paz, cheio de mágica, inventividade, imaginação, poesia… Sim, uma resposta com carinho e amor às pessoas que realmente significam muito e tem seu lugar bem definido na minha vida!

Gene Kelly, vindo do grande sucesso de “An American in Paris” (MGM, 1951) – estranhamente chamado “Sinfonia em Paris” no Brasil – jogou-se no grande projeto “Singin’ in the rain” (chamado “o melhor filme de todos os tempos” por François Truffaut) e arriscou mais uma vez o papel principal feminino com uma (práticamente) desconhecida: Debbie Reynolds (Debbie, ainda hoje viva, tinha feito uma pontinha como Helen Kane (Boo-boo-pi-doo) em “Three little Words” em 1950 e tido um pequeno papel como irmã caçula de Jane Powell em “Two weeks with Love” em 1951). Debbie que “sabia dar seus passinhos de dança” não era realmente uma “bailarina” e não, neste sentido, a do filme… Gene deu grande destaque à Cyd Charisse, que, depois de “Rain”, tornou-se uma estrela de maior magnitude… Detalhe: me referi acima com “mais uma desconhecida” à Leslie Caron, que em 1951, ao lado de Gene, fez seu début em “American in Paris”, o filme do ano, vencedos do Oscar de melhor filme de 1951, graças ao talento de Vincente Minnelli!



De volta à esta simples cena (exatamente nesses momentos, nos quais Gene transforma sua dança numa plataforma simples e pura, ele me fascina ao máximo… precisamente como em “Our Love is here to stay” de “American”):

quando Gene (Don Lockwood) entra com Debbie (Kathy Selden) no studio deserto para lhe fazer uma declaração de amor, usa as luzes suaves para criar um efeito de luar, a escada como um balcão, mais luzes como um jardim florido e estrelas, ventiladores como uma suave brisa, névoa das montanhas distantes… criando aquele momento precioso em que o dia, ao por-do-sol, já não é mais dia mas ainda não é noite… Perfeito. O cenário está pronto para ele dizer o que quer…



Sim, atrasado mas de coração: um Happy Valentine… para voces!!! Cheio desta aconchegante simplicidade… desta criatividade que nos permite transformar tudo num momento especial, que faz com que o amor transforme todos os dias do ano num “Valentine”, independente da data…

(E quanto à gorda Senhora Ana LeRavia (anagrama), supere esta fase do “amor-próprio ferido” - no way, you are out of my life! - e fique feliz por inspirar-me com um personagem que algum dia usarei em algum conto ou livro: a gorda, amarga, invejosa “Mme. LeRavia”… LeRavia => la rabia “en castellano” => a raiva… ).

Muito, muito Obrigado pela inspiração para esta “tertúlia”!




sábado, 8 de setembro de 2012

Julie, Audrey: TWO fair ladies... (e um maravilhoso agradecimento, repleto de classe, na noite do "Golden Globe")

My fair Lady... quando se pensa nas duas atrizes que criaram "Eliza" na Broadway e em Hollywood, este título não parece ser mero acaso...

Quando, na Warner em 1963, o projeto “My Fair lady” começou, começou ao mesmo tempo uma das maiores disputas da história do cinema pelo papel de “Eliza”, quase comparável a disputa pelo papel de “Scarlett O’Hara”.


Muitos nomes foram cogitados (inclusive Doris Day, Elizabeth Taylor, Shirley Maclaine…). A criadora do papel na Broadway foi logo tirada desta disputa por ser (nas palavras do próprio Mr. Warner) práticamente desconhecida fora dos U.S.A. e da Inglaterra, por “só ter feito” teatro (“só” Broadway e “West-End”) e televisão, por ser muito baixa, nada fotogenica, por ter um queixo descomunal e um nariz muito longo: Julie Andrews.

Como todos sabemos, a linda Audrey Hepburn recebeu o papel, foi dublada na maioria de suas canções por Marni Nixon (a voz de Natalie Wood em “West Side Story” e a de Deborah Kerr em “The King and I”, entre outras) e recebeu a difícil tarefa de transformar-se em Eliza, papel no qual Andrews foi durante anos, em N.Y. e Londres, elogidíssima!
Trocando em miúdos: "prato feito" para a imprensa... para intrigas... para compará-las...


Julie assinou um contrato com Walt Disney para um outro projeto chamado “Mary Poppins”.
E um dos mais interessantes capítulos da história do cinema começava.
Quando Julie, depois de assinar seu contrato, saiu dos estúdios de Disney, seu carro passou pelas portas da Warner, ela exclamou: “…and have a good day, Mr. Warner!”

Apesar de hoje em dia esquecermos que teria sido impossível para Julie trabalhar nos dois filmes (pois foram filmados na mesma época), parece ainda existir no ar uma certa interpretação de “disputa” entre as duas atrizes. Entre estas duas damas.
Não.
Acho que tudo foi criado pela cruel imprensa.


Quando ambos filmes estreiaram não só Audrey comentou para a imprensa que tinha assitido “Poppins” numa tarde em New York ao lado de Mel Ferrer e ambos estavam mais do que encantados com a atuação de Julie («Julie was simply wonderful»), como a própria Julie teceu grandes elogios para Audrey em "Lady". Quando jornalistas lhe perguntaram sobre a « dublagem » da voz de Audrey ela, como uma dama, respondeu que é uma coisa muito difícil, uma árdua tarefa mas totalmente «OK» se voce sabe dar conta do recado, como era o caso de Audrey, a grande profissional que foi!


Na noite do Golden Globe as duas estavam nominadas como melhores atrizes.

A veterana Audrey e a novata no Cinema, Julie.

Julie recebeu a estátua e, agradecendo, não resistiu à tentação a dar seus agradecimentos para “a man who made a great film and made all this possible for me: Mr. Jack Warner” (o homem que fez tudo isto ser possível par mim: Mr. Jack Warner). Momento sensacional, cheio de humor, sarcasmo e MUITA classe… nata em Julie (imagino também Audrey, outra dama, falando exatamente as mesmas palavras).
O público simplesmente delirou…



Semanas mais tarde, na cerimonia do «Oscar», Julie (nervosa) estava nominada como melhor atriz (Audrey não foi nominada) e concorria com Anne Bancroft, Sophia Loren, Debbie Reynolds e Kim Stanley. Páreo duro. Principalmente se se pensa que seu desempenho foi num filme musical… Bancroft, por exemplo, concorria num papel dificílimo, de uma mulher em alto grau de depressão e panico em «The Pumpkin Eater».
E Kim Stanley… a grande Kim Stanley


Rex Harrison
recebeu o Oscar como melhor ator por seu “Professor Higgins” em “Lady” das mãos de Audrey Hepburn, que desta forma estve presente na cerimonia e mostrou muita classe, apesar de não ter sido nominada no “filme do ano”.

No seu breve discurso ele disse: “Deep Love to TWO fair Ladies, I think…” (“meu profundo amor à DUAS belas damas, acho.. ») e Audrey comentou : “Oh, yes!”.

Que dama…



Julie recebeu o Oscar de melhor atriz e disse, com aquele ar britânico tão seu (que, como alguém uma vez sábiamente disse, nos faz «entender o porque de termos vencido a guerra»):
“You americans are famous for your hospitality, but this is ridiculous”.



Aqui cenas memoráveis destas duas noites… sublinhando porém a classe destas duas «Ladies» que manteram, durante toda esta época na qual a imprensa tentou jogá-las numa terrível intriga de “rivalidade", sua serenidade e, acima de tudo, sua classe!

Ahhh… hoje em dia parece que classe saiu da moda…



P.S. Marni Nixon conseguiu finalmente um papel no Cinema, como uma das freiras em “The Sound of Music” (A Noviça rebelde, 1965). Quando os ensaios começaram, ela estava muito apreensiva sobre a reação de Julie com ela… Assim com o oesto do "cast". A final de contas ela havia dublado Audrey em "Lady"… Como Julie reagiria à isso?

Quando a porta abriu e Julie entrou na sala de ensaios, olhou para Marni, correu em sua direção, abraçou-a e disse:
“Marni Nixon, I am such a great fan of yours!” (“Sou uma grande fã sua!”).

Classe.


domingo, 1 de abril de 2012

Originais e Liquidações? Até na MGM… Uma "Tertúlia" para quem gosta da Metro!

Falando sinceramente????


Sempre ao rever „Singin’ in the rain” (MGM, 1952, Stanley Donen) e “Deep in my Heart” (MGM, 1954, também de Donen) tenho aquela sensação desagradável, que já aconteceu com todos nós, em algum ponto de nossas vidas...

Ver vendidas numa barata „liquidação” roupas que compramos caras…

Ver num manequim de uma vitrine de "lojinha" a roupa que vimos ano passado num desfile...


Stanley Donen poupando os custos da MGM e usando – assuntosamente – o mesmo guarda-roupa de "Rain" em "Heart"??? Que coisa… E ninguém percebeu... Ora, Donen...



Anyways, «Especial P.S.»: divirtam-se com Debbie Reynolds (e tantas «beautiful girls»)


assim como com a louca desvairada Ann Miller rodopiando (prospositalmente não uso «dando piruetas») com muitas outras «girls» (e dando um dos melhores gritos da história do Cinema - comparável só ao de Carol Haney em "Steam Heat")).

A "cor" da foto para os cinemas da época "disfarça" um pouco o "uso" do guarda-roupa... já a foto do "still" do video "dá a bandeira total" do uso - só dois anos dpois - de tão vasto figurino...

Reparem na "Vamp" que usa a roupa (também de Singin’ in the rain ) da «Olga Mara», nome cheio de clichèes Hollywoodianos - seria esta uma proposital menção à Theda Bara???? (sabiam que seu nome era um "anagrama" para "Arab Death"????) Entre nous: existe lugar mais louco do que Hollywood? Olga Mara será um anagrama para que? Maga Rola?

Mais uma vez um grande Obrigado à Danielle Crepaldi por me possilitar este video: Dani voce reparou que o vestido VERDE de Charisse em "Singin' in the Rain" também está aí?????

E ainda tem um outro (meio de melindrosa, com franjas... ) que me é conhecido mas de onde??????
Uhmmm...
Lembrei...
Também de "Singin' in the rain": antes da entrada de "Olga Mara" na Premiere do início do filme somos introduzidos ao personagem "Zelda Zanders", uma magnífica "Flapper" interpretada por ninguém menos do que a magnífica Rita Moreno!

Mas a "liqudação" foi tão barata que até a capa de chuva amarela da abertura de "Rain" e um pullover do número "Moses" estão aí... Haja economia!!!!! Não é à toa que Donen era tão "querido" na Metro!

Mais uma vez o agradecimento das "Tertúlias" à Daniele Crepaldi, pois sem sua ajuda esta postagem não teria sido feita... sem as imgens de "Heart" seria impossível!!!!

sexta-feira, 1 de abril de 2011

REMEMBERING: "Tammy" e tantas outras estórias...


„Tammy“
é uma maravilhosa canção vencedora de um “Oscar” de um filminho bem medíocre chamado “Tammy and the Bachelor” que foi feito pela Universal.



Debbie Reynolds é “Tammy”, uma mocinha sulista, Leslie Nielsen (of all people), antes de ficar com aquela cara de “esclerosado” que adquiriu na sua velhice (que me parece ter começado aos 40) é o “mocinho”. Quem rouba o filme porém é a maravilhosa Mildred Natwick, grande atriz secundária com uma longa carreira, que neste filme só aparece com um gato que parece ser uma prolongação (ou será um prolongamento?) do seu próprio corpo… Reassisti Mildred há pouco, já bem idosa no seu último filme, “Ligações perigosas”, motivo da minha última postagem.



Esta música tem uma parte na “história” dos Leitner: minha mãe me conta que quando estava no auge de sua gravidez, um amigo americano de papai, “Ross” chegou ao Rio. Quando ela abriu a porta de entrada do apartamento para recebe-lo, com seu vestido vermelho e já com um “barrigão”, ele exclamou: “Parece um Papai Noel!!!!!”. Mamãe estava na época aprendendo violão (ela tocava piano) e estudando “Tammy”. Quando saíam à tardinha para passear pela calçada (então ainda bem estreita) da Avenida Atlantica, “Ross” ía-lhe ensinando a letra de “Tammy”. E os dois cantavam…
Boas amizades. Boas lembranças.

Não possuo uma foto dos tres (Mamãe, Papai e Ross) na praia de Copacabana, tenho porém esta, antes do meu nascimento, nas Tres Cachoeiras em Penedo – Tenho a ligeira desconfiança que quem a tirou foi Eliana Caminada… Foi num dia em que passearam para lá juntos com Dadá (tia de Eliana e pessoa muito, muito querida) e a Vovó dela (que me conheceu como bebe).



Em 1997 eu estava passeando no Algarve quando ouvi de uma lojinha de discos esta canção, que não ouvia há "milenios": Entrei e comprei na hora o CD… Ainda hoje o ouvimos! Esta música ocupa um lugar muito especial nas nossas memórias, sentimentos...

Às vezes gosto de colocar estas estórias aqui – é bom preservá-las…
Minha mãe chega amanhã à Viena pois no domingo celebramos juntos meu aniversário.
Que sortudo sou… Esta postagem é para lhe desejar uma boa viagem e dizer-lhe: "Bem-vinda!"

Aqui Debbie Reynolds numa interpretação gostosa e emocionada, até com um sotaque sulista bem convincente, nos conta como „Tammy is in love…”. Uma canção tão "básica", de linha melódica tão simples e ao mesmo tempo tão eficaz e emocional... Como disse: Boas lembranças!

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quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Mrs. & Mr. Bailarino... sim, casados!

Antes de começar esta postagem tenho que agradecer a duas queridas amigas pela “inspiração” que me deram: uma delas (que não quer ser mencionada) pelo melhor comentário que já entrou nestas “Tertúlias”. Na minha última postagem sobre um “Tutú” de Margot Fonteyn, ela imaginou que eu estava a falar sobre um “Tutú à Mineira” (Engraçado, a primeira vista, mas se voce pensa bem, nos comportamos às vezes muito arrogantemente por assumir que é óbvio que todos saibam exatamente sobre o que estamos falando). A segunda, a bailarina Eliana Caminada, por colocar tão bem esta questão em palavras e por me reconfirmar, com aquele jeito tao sábio que tem, esta “certa arrogancia” que possuímos! Obrigado, amigas!




Eu tenho a sorte de pertencer, de certa forma, a dois grupos profissionais… e é simplesmente impressionante como o comportamento destes dois grupos, quando comparados, é bastante semelhante.
Como o profissional na área de Turismo & Marketing, “Herr Leitner”, encontro-me com pessoas do mesmo ramo e “falamos Turismo & Marketing” por horas e horas – Pobre de quem estiver junto e não pertencer à esta área…

Mais intensos ainda são os encontros com ex-bailarinos ou artistas.
Simplesmente não se para de falar Ballet e Dança, engolindo-os entre Canapés e Drinks…
E isto só antes de correr para a estante mais próxima para pegar livros, velhos e empoeirados vídeos VHS, os mais novos DVDs (para assistí-los na hora, é claro!) e por aí vai a lista!



Como o “ex-bailarino Ricardo Leitner” aqui um conselho, com todo o grande respeito que nutro pelos maravilhosos profissionais que conheci em minha vida, do fundo do coração:
NUNCA vá à uma reunião de bailarinos se voce não for (ou tenha sido) um!
Pode vir a ser uma das experiencias mais chatas, maçantes e irritantes de sua vida…

Mas depois de uma reunião, ou encontro, cada um volta à sua rotina do dia-a-dia e para sua casa… Imagine porém se voce é casado com uma pessoa da mesma profissão.
Imagine se voce “falasse”, “comesse”, “bebesse”, “ninasse”, “pensasse”, “cozinhasse” Ballet 24 horas por dia. Que maravilha? Para mim, estou certo, não…

Aqui Fred Astaire e a linda Vera-Ellen numa divertida (porém bem desconhecida) cena de “Three little Words” (MGM 1950), outro filme não muito famoso que tem um “cast” divino: Fred, Ellen, Red Skelton, Arlene Dahl e até Debbie Reynolds em sua primeira aparição cinematográfica cantando "I wanna be loved by you.. Booboo-pi-doo"


O número: Mr. and Mrs. Hoofer at Home (Uhmmm... aquele "finesse" americano de colocar o nome do homem antes do da esposa). Um casal de bailarinos no dia-a-dia dançante. Uma delícia!

Não é exatamente “Ballet” no sentido do “clássico” (esta variação em “pointe” e “tutú”, deixo em aberto para a imaginação de voces) mas sim um “routine” mostrando dois dançarinos que são casados e que (até) tem um bebe!!!!

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P.S. Adoraria dedicar esta postagem a todos os casais de bailarinos que “vivem” Ballet juntos, muitas horas do dia – e que AMAM isso! Minha sincera admiração!

P.S. Vera Ellen foi o primeiro caso “oficial” de anorexia. Para mais sobre ela vejam minha postagem de 21/08/2009.