Hoje nada de longas postagens ou muitas estórias…
Só um pequeno, simples presente para os „Tertuliadores“, já que estou resfriado e de "molho" em casa...
Eu considero o “Grand pas classique” dificílimo… principalmente pela precisão e «limpeza» técnica que requere. Não é toda bailarina que se atreveu a dançá-lo…
Aqui a maravilhosa Sylvie Guillem, que sempre deu-me a impressão de desafiar algumas leis de gravidade, anatomia e tempo; uma das mais maravilhosas bailarinas que já tive a oportunidade e honra de assistir,
e a não menos talentosa e incrívelmente elegante e nobre (atributo, adjetivo que na maioria das vezes, no ballet, só é concedido ao "Danseur") Élizabeth Platel para voce terem a chance de ver «back-to-back» duas interpretações magníficas, brilhantes! ...mas não de compará-las.
Cada "take" leva a luz e o toque pessoal e único da maravilhosa bailarina que o interpreta!
Ambas "Étoiles" da Opera de Paris...
E tão diferentes...
Como diz em alemão: "Não compare maças com peras"
E aqui "entre nous": nada valería tanta técnica senão combinada com tanta personalidade e "alma"...


26 comentários:
Nossa, que maravilha. a Elizabeth Platel ainda me agradou mais, e olha que eu adoro a Guyllem. Valeu.
Veja bem,não sou uma especialista, uma entendedora profunda do balé, embora goste demaisde assisti-lo. Contudo, adorei as duas dançarinas! Nem sei qual seria a melhor,mas o meu coração pendeu mais um pouquinho (um pouquinho só) para a ElizabethPlatel.
Não sei seV. concorda. Igualo o meu veredicto, para todas duas, com o seu:
*****
Mary
Minha querida, nao vou incentivar "equiparacoes", "comparacoes" aqui mas (entre nous) em Grand Pas Classique eu tendo TOTALMENTE para Platel :-))
PERFEITA!!!
Carmen
Belíssimo.
As tuas melhoras.
Gostei muito. Melhoras! Ricardo, respondendo sua mensagem: Barbara Stanwyck concorreu ao Oscar por STELLA DALLAS e perdeu para Luise Rainer, que por sinal ainda está viva e mora na Áustria.
O Falcão Maltês
Quanta graça e leveza! É difícil compará-las, ainda mais para quem não tem intimidade com o balé, mas gostei um pouco mais de Elizabeth Platel.
Abraços!
Oi,Ricardo
Estimo suas melhoras,amigo.
Nossa, as duas bailarinas são incríveis. Adorei! Tks por mais esse belíssimo espetáculo.
Bjs
Lícia
Le minha querida, é exatamente esse o meu "pointe": nao devemos compará-las - cada uma é uma étoile por si, com sua própria personalidade e carisma...
Lícia, meu amor... obrigado!!!! Esse carinho cresce mais com cada dia - e quantos dias já temos na nossa vida juntos, hein???? Ave...
Eliana Caminada, help me!!!! Acho que fiz um erro: Grand pas classique nao é de Minkus... nao foi compoto "depois" para Paquita?????? Socorro... preciso do meu dicionário do ballet "Mme Caminada", amiga e fonte certa de tudo o que tem que haver com ballet!!!!!
Absurdamente lindas. To chorando. Claudia-Louise
Ein Wahnsinn! Wenn unsere Tänzer (Staatsballet) so tanzen könnten. Was macht Manuel Legris eigentlich? Was hat sich verändert seit er da ist? Michael
Ricardo querido, tenho os dois vídeos. Amo a Guillem, considero-a absolutamente fora de série.
Não adoro a Platel, desculpe. Acho-a grande demais, quase gordinha e um tanto pernóstica, mas ela está linda nesse pas-classique chiquérrimo.
Bjsss da Eliana
Ricardo, a mensagem seguiu sem que eu completasse o texto. Ia dizer que nesse vídeo Platel está magrinha e a peça cai nela como uma luva.
Eliana
Também acho que esta peca cai nela como uma luva! Eu a assisti uma vez em "La bayadére" e desde entao fiquei seu "fa"... Quem é o compositor deste Grand Pas Classique???
Bonjour,Grand Pas classique,sao,Musica De AUBER,coreog.VICTOR GZOVSKY
Adorei,ver a Variaçao das Duas,GUiLeme e Platel,cada uma mais MARAVILHOSA,
Abraços,
Tatiana
nao é uma maravilha conhecer-se "dicionários vivos de ballet"?????? Obrigado Dona Tania!!!!!!!
Platel is simply marvelous! I also "prefer" her. Mike
Amei Ricardo, grandes virtuoses.
Ricardo querido, você assistiu ao Grand Pas de Paquita. A música é de Minkus mesmo, mas não se chama Grand Pas Classique.
Recebeu minha resposta sobre Grand Pas Classique? A música é de Auber e a coreografia de Victor Gsovski. Estreou no Champs Elysées em 1949 com Chauviré e Skouratoff.
Não se preocupe, basta consertar, dizer que fez confusão. Isso acontece mesmo. Dei uma longa entrevista em que disse que René Blum tinha convidado Balanchine para ir aos EUA. Foi um lapso de memória, porque sei que Blum nada tinha com isso. Fiquei uma fera comigo mesma.
Ficou gravado, foi até traduzido e considerado uma ótima entrevista.
Bjsss da Eliana
Eliana querida, que maravilha... eu tinha me referido aos "dicionários vivos" de ballet... voce é uma enciclopédia viva!!!! Que orgulho, amiga, tenho de te conhecer!!!! Obrigad, Obrigado!!!!
Beijos
Ricardo
Oi,Ricardo
Não há de quê, amor. Muitíssimo obrigada,e pode ter certeza de que a recíproca é válida desde 1965. ;-)
Bjs
Lícia
Maravilhooooooooooooosas!!!!!!!!!!!!!!!
Ricardo, muito querido e jamais esquecido, visito sempre o AS TERTÚLIAS, desde q vc fez contato comigo por e-mail há alguns anos, e gosto demais, embora não comente através do próprio blog - PARABÉNS! - q belo trabalho d divulgação da cultura, em alto grau e amplo leque d opções. Realmente é incrível a coincidência d vc ter postado hj a Sylvie e Élizabeth, pois ontém mesmo eu mostrei p 2 grandes amigos EXATAMENTE as 2 no Grand Pas Classique (p exemplificar o balé clássico em toda a sua expressão hj... veja tb a Noella Pontois e Merle Park, minhas 2 musas...)... acredite se quiser... e eu sei q acredita!
Ricardo, de fato são duas interpretações personalíssimas e, portanto incomparáveis. Ambas têm sua própria dramaticidade e sua técnica absoluta. São, em si, duas histórias diferentes com a mesma trilha. O que torna uma delas especial para quem vê é o referencial individual de cada um. Diante de tanto equilíbrio artístico, o que acaba valendo é mesmo o que a gente sente diante do artista. E isso é totalmente subjetivo mesmo. Nesse particular, senti-me totalmente carried away por Sylvie Guillem. Vai explicar!... Valeu pelo duplo presente e pela dupla profusão de beleza!
Maurette
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