domingo, 15 de janeiro de 2012

Celebrando Debora Growald e sua arte!

Celebrando minha amiga Debora Growald....

Não vou escrever muito pois o foco central desta “tertúlia” está na arte e talento da minha querida amiga de (quase) toda uma vida.


Nosso reencontro em 2010 em Paris, onde reside, foi de extrema importancia para mim: revelou-me de novo que sentimentos verdadeiros não podem morrer, não acabam… Como alguém genialmente disse: "Amizade que acaba é porque não era!"


Tudo o que esta “menina” toca (e não só refiro-me ao “tocar piano”) se transforma numa obra de arte… da música de Rachmaninoff à “Forelle” de Schubert – na qual dançou… Sim foi a dança contemporanea que “selou” nossa amizade no final dos anos 70 no Rio de Janeiro: esta menina não faz de tudo mas o que faz, faz extremamente bem!

Uma coisa ainda quero mencionar: é uma obra de arte a forma com que, carinhosamente, cuida das suas amizades. Que sorte tenho de estar incluído nesta lista!

Como disse, o que “toca” transforma-se numa obra de arte!

Celebrando minha amiga Debora Growald!

27 comentários:

Debora Growald disse...

nossa , meu querido, que carinho...
chorei de emoção de tanto amor, tuas palavras me fizeram tanto bem no fundinho do coração...
Obrigada por tanta generosidade,
tua amiguinha forever,
Debby

As Tertulías disse...

Minha linda,
talento tem que ser celebrado sempre!!!!!!! E é minha obrigacao te apresentar as Tertuliadores que nao tem como te assistir - no momento - em Paris!!!!
Beijos
Ricardo

Claudia-Louise disse...

Eu me lembro muito bem dela no grupo do Coringa quando te via dançar.
Não sabia que era uma pianista assim tão maravilhosa. Amei.

E também não sabia que voces ainda mantinham o contato.

Só para voce ver que amizade que é amizade MESMO continua durante toda a vida

(Esqueça daquela chata neurótica do princesa Isabel – agora voce se livrou para sempre da inveja de, como voce bem colocou Valdirene a paranormal rsrsrsrs)
Bjs
Claudia-Louise

As Tertulías disse...

Claudia querida, juro que nem estava mais pensando na figura. O nível da peca é tao baixo que nem vale a pena perder tempo pensando nela... hi hi hi... quando penso nos reencontros que a net me possibilitou... vocem Licia, Joazinho, Amador, Debby Growald... todos pessoas de "alma fina" que me conhecem desde a minha infancia, que sabem como sou, penso. Que conheceram meus pais. Tudo isso é uma maravilha!!!!

Mike disse...

She's brilliant!
Love Mike

Lícia Marques disse...

Oi,Ricardo

Que maravilha ver e ouvir uma pianista tão maravilhosa; muito obrigada por isso,que fez o meu Domingo ainda melhor.

Também é muito bom saber que vocês são amigos que se reencontraram, virtual e pessoalmente; esse é o melhor lado da internet.

Agradeço o elogio - "alma fina" - e principalmente pelo privilégio de mantermos nossa amizade de infância,porque isso é algo raro e muito importante. Note que embora não nos vejamos pessoalmente desde o fim de 1970,nosso entendimento a respeito de muitas coisas continua valendo.Como vc disse, "Tudo isso é uma maravilha!!!!"

Bjs

Da velha amiga de sempre

Lícia

PS: Tks pelos comentários lá no blog.

MARTHA THORMAN VON MADERS disse...

Querido e especial amigo estou chegando aos poucos e como sempre encontro cultura , carinho e emoção.Delícia!,,,Beijos sempre

Claudia disse...

Ricardo, querido:
Que talento! Divino!
Que gesto bonito, o seu!
Vou "fechar" a noite com bons sonhos e acreditando que ainda existem verdadeiras amizades por aí...
Beijos,
Claudia

Eliana Caminada disse...

Ricardo, por estranho que pareça, acho que nunca a conheci, embora tenha sempre ouvido falar no nome dela.
Que linda homenagem nessa lembrança carinhosa.
Bjsss da Eliana

As Tertulías disse...

Pois é, existem sim! Nós, Claudia, também nos reencontramos por aqui... Imagine só que minha amiga de infancia, Licia (veja comentário acima) viu uma fotozinha minha com meu pai, aqui nas Tertúlias e perguntou tímidamente "Voce nao é o Ricardo Leitner do ISPA"??? E era eu... Viva a Internet nestas coisas!!!!
Quanto à Debby: SUBLINHO o que voce disse - que talento! Divino!!!!

As Tertulías disse...

Querida Eliana, se lembra de "Domínio público" do Araiz (Silvinha dancou!), pois é Debby também estava lá... Ele é uma pessoa muito querida, abencoada de uma alma linda - por isso essa dedicacao e todo esse talento na sua música... no que quer que faca!!!

Silvia Vieira disse...

Linda homenagem meu amigo!
Bom ver Debinha de novo! Maravilhosa!
Bju no coração.
Marroney

ANTONIO NAHUD JÚNIOR disse...

Bacana conhecer mais um bom artista da música erudita.

O Falcão Maltês

Mary Castro disse...

Talentos assim, por que não são reconhecidos no Brasil? Essa moça é demais!
E a Suite de Rachmaninoff, uma das minhas peças favoritas, coroou a engenhosidade dela no piano.
Gostei muito!
Mary

As Tertulías disse...

Que bom que voce gostou dela, querida Mary!!!! Como prezo muito sua opiniao, fiquei felicíssimo!!!!
Acho que vou me oferecer a ela de "Manager" para levá-la ao redor do globo, tocando!!!!

Ida Mayrinck disse...

Born to play piano ! sensibilidade a flor da pele...e se é 1 querida amiga e dá valor a amizade...ela é tudo de bom,bjs
Ida Mayrinck

Jutilde de Medeiros disse...

Linda apresentação Ricardo, não sabia que a Débora tocava, aliás ótima, lembro-me dela junto com a Graziela Figueroa, dançando. Muito linda!

As Tertulías disse...

Sim Ida, ela nao é só íntergra com sua musicalidade e arte, também em sua vida... Acho que esse é um dos motivos que sua arte é de certa forma tao "transparente". Uma beleza, né?

Cesar Cataldi disse...

Muito Lindo e de MELODIA suave e fluida expressando o melhor da musica desse Genio . Parabens a voce , delicia os ouvidos e eleva o Ser !!

Anônimo disse...

Realmente muito especial e maravilhosa a interpretacao dessa peca , sem o lado marcial e autoritario , se expressa como os brasileiros mais sabem se expressar , nos sentimentos , mais humanos e na sua caracteristica .
(Mensagem de Cesar Cataldi no Facebook)

Pena disse...

Estimado Amigo:
Um texto envolvente no reencontro extraordinário de dois seres que se amavam e amam.
Escreve com magia e talento.
Fico feliz por si. A amizade. O amor. Se existirem não podem morrer de um dia para o outro ou passado curto tempo.
Admirável.
Abraço de respeito pelo seu requintado poder de maravilhar.
Sempre a estimá-lo e felicidades.
Agradecido pela sua visita ao meu blog.

pena

Bem-Haja, amigo.
Gosto de ver as pessoas felizes.

Anônimo disse...

Estimado Amigo:
Deixei aqui um comentário já há muito. Onde pára, não sei?
Desejo-lhe felicidades neste seu fantástico reencontro com a sua amada de sempre. Há sempre um amor que perdura escondido em nós.
Abraço de respeito e fascínio ao seu talento imenso.
Gostei muito.
Sempre a admirá-lo.
Agradecido pela extraordinária visita no meu blog.
Sempre a considerá-lo.

pena

MARTHA THORMAN VON MADERS disse...

Querido amigo aqui sempre talento, magia e muita. Cultura!Perfeito beijosssssss

ANTONIO NAHUD JÚNIOR disse...

Acho muito bacana essa ideia do filme imaginário, Ricardo. Agora juntar Cary com as cafonas Esther Whilliams e Betty Hutton é meio bizarro. Topo a parada. Tomara que dê certo a entrevista. Caso não seja possível, veja se encontra alguma matéria publicada na mídia local sobre ela, traduza-a e post.
Abração,

O Falcão Maltês

Maurette disse...

Mas Ricardo, como eu ia dizendo outro dia, antes do Blogspot "comer" meu comentário, eu aprecio essa sua qualidade de resgatar afetos e também a memória dos talentos que fazem parte do seu círculo de amizade (nem vou falar das personalidades que você ajudou a iluminar em cena, com séries como "Remembering" e outras).
O rosto de Debora Growald me parece,sei lá, o de alguém que conheço há muito tempo. Pode ser que a tenha visto dançar, não sei. Algo no fundo da memória me sinaliza, mas sem clareza alguma. É só um "print" de lembrança.
Fiquei encantada em vê-la tocar a dois pianos e me pus a pensar nessa qualidade muito particular de certos artistas: a sensibilidade para compartilhar. Na execução de uma peça tão difícil e por que não dizer melindrosa como esta, é preciso que cada uma das artistas esteja a serviço da outra no processo, e as duas a serviço da obra. Essa harmonia, essa habilidade de dar lugar e tomar lugar, de solar e continuar, de secundar e estrelar, é atributo de poucos. E Debora demonstrou toda sua qualidade, apuro, consistência e sensibilidade nessa execução conjunta. Foi um momento ímpar da minha semana, presenciar isto! Agradeço a você, a ela e à outra pianista pelo grandíssimo presente! Chapeau enorme!

As Tertulías disse...

Maurette querida, voce me fez lembrar uma coisa importantíssima... Era muito o trabalho do Grupo Coringa este "dancar junto"...dar lugar e tomar lugar, solar e secundar... que preciso esse seu comentário... consegue colocar em palvras o que sentimos e nao sabemos como expressar!!! Viva voce!!!

David Evans disse...

Lembro do nome dela mas nao da cara.
Vendi o apartamento de Paris e comprei uma casinha na Provence mas que precisa de obras.
Love from us both
David