sábado, 20 de março de 2010

Lady in the Dark: Take Three... "The Saga of Jenny"... mais um anjo caído?

Pela terceira vez (e segunda neste mês) uma menção sobre „Lady in the Dark“. Aqui, mais uma vez «The Saga of Jenny» (música Kurt Weil, texto Ira Gerschwin).

Uma ótima versão que apareceu no muito mal-compreendido (e, apesar de péssimamente recebido na época, hoje em dia "cult") “Star!” de Robert Wise (20th Century Fox, 1968) com Julie Andrews, na época a atriz melhor paga do planeta… e aqui em grande forma!
A coreografia – muito especial – é de Michael Kidd (que no mesmo ano coreografou “Hello Dolly” para Gene Kelly).
Gosto muito deste circo mais “vivo” do que na versão de Ginger Rogers - vide minha penúltima postagem - que, diga-se de passagem, é mais próxima ao original da Broadway e de Gertrude Lawrence. Este circo está mais “relatando a estória de Jenny”: os pais e os irmaos, o marido, as mulheres dos seus amantes... Adoro no final sua “ascenção aos céus” e sua “caída de vez no inferno”, onde ela parece sentir-se bem mais à vontade. Todo o simbolismo de um “fallen angel”, de Lúcifer… Jenny, her equals would be hard to find…
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8 comentários:

Efigênia Coutinho disse...

Adoro no final sua “ascenção aos céus” e sua “caída de vez no inferno”, todo o simbolismo de um “fallen angel”, de Lúcifer… Jenny, her equals would be hard to find…


Grande Ricardo, este é o melhor deste filme. Que você também faz aqui relembranças.
Apenas para você saber, viajo para NY, dia 11 de avril, será mais uma esplendorosa aventira nesta cidade que amo de paixão,
beijos Efigênia

Danielle disse...

Oie, Ricardo!

Humm, será que hoje eu sou a primeira a te escrever?!
Star! é um espetáculo! Tenho-a aqui mas a vi só uma vez, então perdi toda essa simbologia de The saga of Jenny. Lembro apenas que fiquei boquiaberta com tantos belos números musicais, quando vi o filme. Acho que é um filme a frente de seu tempo, por isso foi tão incompreendido. Imagine a moçoila da Noviça rebelde de repente vestindo-se da entertainer complicada Gertrude Laurence?! O público não deve ter entendido muito bem... Ainda bem que Star! chegou intacto (aliás, chegou melhor) à posteridade!

Adorei a sua lembrança do filme! Sabe que meu download do filme da Ginger está quase na metade?

bjocas e bom fim de semana
Dani

angela disse...

Realmente ela esta em ótima forma e a coreografia é demais. Nem pisquei só me deliciei.
beijos

Anônimo disse...

Julie at her very best!
Love
Mike

Lorena F. Pimentel disse...

Julie Andrews em sua total excelência. Completamente perfeita.

Fico feliz de perceber a ascensão do filme nos dias atuais.

Beijos, Ricardo!

Pena disse...

Admirável Amigo:
Nomes sonantes e fabulosos do espectáculo que não esqueceu.
Fabulosos e ímpares de talento.
MUITO OBRIGADO pela sua amabilidade e simpatia.
Abraço de parabéns sinceros pelo talento e genialidade em Posts fantásticos.
Sempre a admirar o que faz.

pena

OBRIGADO!

Bem-Haja, valioso amigo.
Adorei.

Anônimo disse...

Eu sempre amei esta cena e esta música... Nossa, Weill e Gershwin abusaram do direito de contar histórias, né? Beijos Claudia-Louise

pinguim disse...

A tua admiração por Julie Andrews é fantástica.
Apesar de uma coreografia maravilhosa, não é das suas interpretações que mais admiro; mas claro que Julie é sempre boa...simplesmente gosto mais dela noutros momentos que já apresentaste.
Beijo.