sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Calças compridas e um beijo na boca...



Para seu "Debut" no cinema americano (sua primeira cena "musical") Dietrich não só escondeu as já famosas (desde "O Anjo azul") pernas (Nota: o público foi ao cinema exclusivamente para ve-las), mas vestiu-se masculinamente e ainda beijou uma "rapariga" na boca... Que incrível estas pessoas que desafiavam o gosto do público, a "suposta" moral, até arriscando sua própria carreira... era "só" seu Debut em Hollywood...

Gosto disso.

Admiro.

Mais uma vez esta "química" entre Von Sternberg & Dietrich, fazendo de simples momentos eternos momentos em celulóide...

Imaginem se os muitos "talentos" de hoje em dia, que só agradecem sua presença "nas luzes da ribalta" a muito "Marketing", se arriscariam assim...

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8 comentários:

pinguim disse...

Acho que Marlene nunca se preocupou demasiado em explicar a sua bissexualidade.
E isso é de uma grande coragem.

Anônimo disse...

Danielle disse...

Adorei, Ricardo! Também gosto de ousadia, ainda mais quando tem rendimento artístico.

Bjs e bom fim de semana! Aqui começamos um feriado prolongado.

Dani
3 de setembro de 2010 23:21

*May Lopes disse...

Ela parece uma pessoa bem a frente de sua época!

Lícia Marques disse...

Oi,Ricardo

Um dos grandes méritos da Arte é quebrar preconceitos;por isso ela é essencial,sempre.

Tenha um ótimo fim-de-semana.

Bjs

Lícia

mundo azul disse...

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Além do talento, o amor que ela devia sentir por si mesma... Pessoas que se amam verdadeiramente, nunca chocam, apenas dividem.


Beijos de luz e o meu ENORME E SINCERO carinho!!!

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Anônimo disse...

Great Marlene - even tough the video's quality is just terrible... Mike
P.S. Unbelievable, this was 80 years ago!!!!

Syl disse...

Tanto ela quanto Louise Brooks foram, cada uma à sua época e cada uma em seu momento, pessoas extremamente libertadoras.
Gente assim é tão bom de ver, de ouvir, de ler....
Faz tão bem. Dá um outro ânimo, um outro colorido nesse dia-dia monocromático e pasteurizado.

Bisous

Marco disse...

Excelente, Ricardo!
Ah, lembrei de quando vi o "Anjo Azul" e saí do cinema cheio de ideias para escrever, com uma vontade enorme de fazer cinema...
É bom rever La Dietrich...
Carpe Diem.