A gente „viaja“ por tantos mundos e acaba esquecendo aquilo de bom que estava no “nosso quintal”: Nossa! Soei agora como Dorothy do “O Mágico de Oz” depois de ter viajado por “OZ” e ter-se dado conta que poderia ser feliz no seu próprio “backyard”.
Falando sério: Este conhecido “vídeo” tenho ainda em VHS. E agora encontreio-o no youtube.
SEI que Silvinha, Rodolfo, Eliana, Eric, Antonio, Fernando, Aurea, Rosangela, Claudia, César e tantos outros vão gostar de se relembrar de Gelsey e Misha em “Coppélia”.
Além de sua perfeita performance, fico emocionado com a exatidão da musicalidade de Gelsey. Chama-me porém muito a atencão a precisão do “Balance” de Gelsey na primeira "diagonal" (apesar dela ter confessado que nestas épocas estava com problemas terríveis de bulemia - ou era anorexia ? - e não tinha forca para bailar) Em alguns momentos parece que ela poderia “ficar ali” para sempre. O que, aliás, me lembra um episódio, que ouvi do bailarino (meu querido amigo) Antonio Negreiros sobre (minha querida amiga) Cristina Martinelli. Episódio esse que um dia contarei aqui – o que falta é encontrar a “tal pessoa” para fazer o comentário… Bem, aqui Gelsey e Misha… Divirtam-se!
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14 comentários:
O QUE POSSO DIZER QUERIDO? MARAVILHOSO, DOS DEUSES.
Perfect!!!!!!!!!!!!! Mike
Leveza e graça, decor luz.Lindissimo.
Beijinhos.
Linda.
Muito lindo, ela é fantastica. Ele dispensa comentários.
Bom fim de semana
beijo
Ricardo, tudo ali é puro refinamento sem sofisticação. É terrível confundir uma coisa com outra, porque uma Swanilda e um Franz sofisticados seria um contra-senso.
O que mais me fascina é a maneira como eles atuam um com o outro, a delicadeza do duo, dos braços, do estilo. Mas tem a perfeição inimaginável de Barishnikov, a ligação de seus movimentos. Meu Deus, como sabem dançar os bailarinos russos. Eles sabem demais que os passos de ligação são a própria dança; ballet não é pose para fotografia.
E a maravilha da variação de Gelsey, seus trabalhos de pés, seus balances naturais, produto de uma bailarina em plena forma, que não sugere uma bailarina de arame, que para de dançar para se equilibrar.
E a noção dos personagens. Vejo tanta Swanilda que mais parece uma princesa no pas-de-deux do 3º ato.
Ora, um moça bem educada não invade a casa de ninguém; igualmente, um rapaz educado não caçoa e perturba um homem de certa idade, mesmo que excêntrico.
De mal-educada, atrevida, geniosa (ela), de volúvel, inconstante, mal-educado também (ele), transformam-se, como que por milagre em jovens nobres, contidos, finíssimos, eventualmente quase sérios.
Não Barishnikov, não Gelsey.
Bjsss.
Oi querido amado amigo, estava meio afastada, mas voltei com vc me dando esse lindo presente.
Bjussssssss enormes no çoração da amiga eterna, Marroney.
Ricardo, você, como sempre, com extremo bom gosto!
Adoro essa parceria do Misha com a Gelsey... amo de paixão!!!
Tenha um excelente fim-de-semana!
Bjão
Fernando Bicudo
Ricardo,
Agora consegui dar uma pequena pausa num dia agitado... e fui inundada pela delicadeza e pela sofisticação. Confesso que jamais vi uma variação de Swanilda como essa! Os requintes de crueldade com que Kirkland acentua os movimentos, a sincronia absoluta de perna, braço, cabeça... e tudo com uma doçura impressionante, com detalhes que remetem, mesmo, a uma boneca se acostumando a um corpo de gente... e que bem vestida!
Baryshnikov e seu russo garbo, sua maneira de se fazer enooorme, cortando o ar como um verdadeiro 'dono do mundo' o faria, desenhando a poesia do gesto perfeitamente acabado.
Felicidade e paz no coração bailarino da gente, ver não só o talento e a perfeição de cada um, mas a química dos dois. Quisera ver a Copélia inteira!...
Obrigada mesmo. Sinto-me triplamente disposta depois desse banho de beleza e arte!
Beijo
Maurette
Eliana querida, que riqueza este teu comentário! Maravilha!
Simplesmente deslumbrante!!!!!
Bom Domingo,obrigada pelos Mails nas suas Tertulhas ,tenho este video de Barishnikov e
Kirkland dançando no Wolf Trap,desde muitos anos,logo que fugiu em Toronto do Kirov,antes
do A.B.T.,antes de Twyla Tharp,si um dia voçe vier ao Rio lhe mostro minha coleçao de dvd's......Ja faz tempo que nao vou o cinema,acredito que durante minha longa vida pude ver
os mais importantes,por começar,Renoir,Arletty,Fernandel,Raimu,C.Boyer e outros Franceses,
E ter visto aos 12 anos mais de 10 vezes Rebecca,com acho J.Fontaine,e L.Oliver.Adoro t.v.
as noticias,e documentarios,este meu maios interese,assim que os d,v,d's da minha col.,e
os que me mandam de fora,gosto muito de Biografias,Entrevistas,de Stanislavsky-Stravinsky.,espero que Ricky gostou do meu depoimento!
Um abraço,
Tatiana Leskova
Ricardo, sempre que visito suas postagens experimento uma sensação não mto frequente em minha vida; fico sem palavras diante de tanta beleza e delicadeza dos seus posts. Restrinjo-me a dizer obrigada, querido amigo.
bjs
Que linda a bailarina, Ricardo! Ela parece que está flutuando. A delicadeza com que ela executa os movimentos malgrado a sua magreza visível demonstra o inato profissionalismo das bailarinas. Quando ao Baryshnikov, gosto dele desde que vi "O sol da meia noite" quando ainda era muito menina.
bjinhos da Dani
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