domingo, 26 de abril de 2009

Bye-Bye Bea Arthur ( 13.05.1922 - 25.04.2009)


Ontem o mundo perdeu uma grande personalidade, uma grande artista, cantora e comediante: Beatrice Arthur ( ou para os seus fās, simplesmente “Bea” Arthur!).
No início dos anos 90 Bea transformou-se num nome muito conhecido por causa de sua “Dorothy” na série “Golden Girls”.

Para mim Bea já era já desde a década de 70 uma das “preferidas”: no Musical “Mame” ela deu vida, na Broadway e depois nas telas do cinema, à “Vera Charles” – “atriz!”. Que personagem mais incrível... que genialidade ela deu à sua interpretacao! Na Broadway, aliás, ela contracenou com Angela Lansbury que tornou-se uma amiga para a vida ( …e que, segundo Bea, tinha a boca e as piadas “mais sujas” do planêta).

No filme “Mame”, esta foi interpretada por Lucille Ball… Também uma boa escolha mas “Vera Charles” rouba muito o filme.


Alguém já ouviu seu maravilhoso Show “Between Friends” em CD? Vale muito a pena…

Bea cantou neste musical “The Man is the Moon is a Lady”, uma das cenas mais hilariantes do cinema… Bea, voce agora está lá em cima… na Lua talvez?

Divirtam-se aqui, mais uma vez, com esta magnífica comediante!

Obrigado querida por todas estas risadas e por tanto talento!
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God Bless, Bea! We'll miss you!
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6 comentários:

Patrickíssimo disse...

Essa já me lembrou a atriz Eva Tudor com aquele jeito cômico dela! Mas deixemos que os mortos cuidem dos mortos e os vivos dos vivos!

Estive por aqui.

mundo azul disse...

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É mesmo uma pena! Os grandes artistas estão se indo e muito pouco está chegando...


Bela homenagem à grande atriz, Ricardo!


Beijos no coração e uma semana muito feliz!!!

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caminada disse...

Rickie, desculpe-me, mas tenho estado totalmente envolvida com o problema do Theatro e com a 2ª cirurgia do Eric.
Desculpe-me uma segunda vez, porque preciso confessar-lhe que não fui, nunca, muito ao cinema. Fui/sou muito mais público de teatro do que de cinema. Minhas recordações estão ligadas à magia que se estabelece entre o artista, no palco, e o espectador: eu. Tenho que admitir, que muitas vezes, a câmera se interpunha entre mim e o artista, me atrapalhava; ou que a interpretação do diretor do filme não representava, em termos de literatura, minha idéia pessoal do livro filmado.
Coisas bobas, coisas minhas, mas que não posso negar.
O último filme que vi foi Piaf, mas esse, meu Deus, nem vou comentar. Choro.
Ou choro e me mexo com Buena Vista, num momento de rara conexão com tudo o que estava acontecendo na tela.
Em compensação, jamais gostei de qualquer Anna Karenina filmada. Fazer o que?
Mas alguém mencionou Eva Tudor nos comentários.
Ricardo, você se lembra da cena em que ela e Oscarito saíam de dois quartos de hotel vestidos da mesma maneira e se portavam como espelhos? INESQUECÍVEL.
Meu avô, aquele, que só ouvia Wagner, não perdia uma chanchada nacional. E as operetas. Tudo muito coerente, como você vê. Dá para entender o ser humano?
Graças a Deus, não. Por isso mesmo, viva o Tertúlias. É mesmo um caleidoscópio.
Bjsss.

Efigênia Coutinho disse...

Ás perdas sào um momento que paramos para refletir, e nos fazer a mesma pergunta?

Continuamos até quando?

Boa semana para voc6e Ricardo,

Efigênia Coutinho

"Todo o bem que eu puder fazer, toda a ternura que eu puder demonstrar a qualquer ser humano, que eu os faça agora, que não os adie ou esqueça, pois não passarei duas vezes pelo mesmo caminho." (James Greene )

Anônimo disse...

Querido Ricardo,eu não perdia um
capítulo deste seriado que aqui se chamava 'As Gatas"...cada bom artista que se vai o Mundo fica mais pobre...Maravilhoso texto que
Efigenia Coutinho tão bem lembrou
de James Greene.E maravilhosa home-
nagem que você respeitosamente
tributa a nossa Bea!
Cristina Martinelli

Anônimo disse...

Oh Bea, God bless, love!
Mike