sábado, 17 de janeiro de 2009

Stop buying Israeli goods! Boycott now!

"Tertúlias" lida normalmente com artes em várias formas. Devido porém aos fatos que nos assombram no momento, sinto como meu dever publicar esta postagem - que é na realidade "emprestada" do blog amigo "Robinson em Ithaca" e traduzida do gallego para o portugues! Obrigado!






Pelas criancas assassinadas sem piedade. Pelos bombardeamentos indiscriminados contra a povoamento civil. Porque tréguas tem que ser respeitadas. Por tentar conseguir votos com as vidas dos demais. Porque todos os povos tem direito a existir. Pels casinhas levantadas com o esforco de uma vida e que agora estao destruídas. Por ignorar que o diálogo é um caminho. Por cortar a entrada de remédios e provisoes numa cidade sitiada.
E acima de tudo, porque nem sempre vencem as balas.

Ajudem boicotando os produtos de Israel. Um boicote á a forma mais pacífica de dizer: NAO!
Passem esta mensagem para seus amigos, sua família... Ajudem! Obrigado.

16 comentários:

Olga disse...

Isso é um inferno, né? Tenho alguns amigos judeus que estão revoltados com a posição do governo de Israel. Aliás, uma delas é francamente pró-Palestina.
É um conflito sem fim, fruto da imbecilidade humana.
beijo, Ricardo.

mundo azul disse...

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Infelizmente o ódio entre esses povos, parece já estar na genética...

Uma história antiga e triste!


Beijos de luz e um dia muito feliz, Ricardo...

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Anônimo disse...

CONCORDO COM ALGUNS TÓPICOS DE ROB.
MAS É PRECISO SEPARAR ALGUMAS CULPAS...ÉJÁ NÃO É MAIS A ETERNA LUTA ENTRE PRIMOS(SÃO PRIMOS!)MAS
ENTRE HAMAS E ISRAEL.
ESTA É UMA GUERRA CLARAMENTE
POLITICA.O EXTREMISMO É A SÍNTESE
DA IGNORANCIA E A POLÍTICA A ALMA
DELA.
CRISTINA MARTINELLI

Maurette disse...

Muito bem, Ricardo. Acho que é uma campanha pacífica e justa. Há alguns meses li em algum lugar que o José Saramago era contestado por declarações ditas "polêmicas"; uma delas era que "o povo judeu está fazendo com os palestinos o mesmo que a Alemanha fez com os judeus". Bem, se é polêmica ou não eu não sei, mas concordo com ele. Uma das desculpas esfarrapadas para o verdadeiro bombardeio que a gente sofre desde que me conheço por gente com relação aos horrores da Segunda Guerra era de que "era preciso lembrar para que não acontecesse mais". E o que assistimos nós? Ao genocídio em toda a África, cuja população de homens em idade ativa é praticamente inexistente (quase que só há adolescentes e idosos); na Armênia; em Kosovo; no Vietnam; no Irã/Iraque; na Caxemira completamente desfigurada e destruída; no Timor, no Tibete... Onde é que vamos parar??? E o mundo assiste impassível a esse movimento absurdo de Israel contra a Palestina, num momento em que há uma expressiva parcela da humanidade vivendo em condições sub=humanas e os governos ajudam bancos e empresas, com medo da falência. Falência, meu caro, é essa nossa humanidade que não sabe estabelecer prioridades.
Como diz um grande israelense que conheço - e o mundo conhece por ser um dos maiores humanistas da atualidade, o escritor David Grossman -, é preciso, é imperativo, nos colocarmos no lugar do outro. Há pouco tempo li um livrinho de ensaios dele chamado "Writing in the dark", no qual ele profeticamente fala sobre os danos do estado de guerra à natureza das pessoas. "O que faríamos nós se o 'inimigo' que criamos dentro deixasse de existir? Como as pessoas lidariam com uma paz verdadeira? O estado de guerra nos transforma em pessoas piores, sem capacidade de nos reconhecer no próximo, o próximo que está do nosso lado." Esse homem super família perdeu um filho na guerra do Líbano e sabe qual foi o teor da elegia que escreveu para ele? "Não podemos cair na armadilha de vingança, de destruição, temos a obrigação de nos colocar no lugar do outro, de abraçar a causa da paz." Como diz a sua amiga, há muita gente lúcida, boa e decente em toda parte, em Israel também. Nada justifica matar mais de MIL palestinos inocentes para dar demonstração de força. David Grossman disse há quase quatro anos - e eu ouvi - que, se continuar assim, se os governos israelenses continuarem nessa política de dominação, Israel está fadado a acabar e o povo judeu realmente não tem futuro. Será que só eles não conseguem ver isso? E que me perdoem os nossos bem-intencionados governantes de gravata, mas o mundo tinha a obrigação de coibir Israel nesse momento. Isso é insustentável e indefensável sob todos os pontos de vista. Nenhuma guerra pode levar à paz, só a mais guerra. Temos a obrigação de exigir que as riquezas acumuladas no mundo se movimentem para que todo ser humano "não mais tenha que sacrificar-se por uma casa, um buraco", como já dizia Caetano parafraseando Maiakovski na canção "O Amor". Porque o "outro", em algum momento, poderá ser eu, você, alguém que a gente ama.

Beijo
Maurette

paçoca disse...

Querido Ricardo,
também publiquei um post no meu blog pedindo Paz. Mas acho que Maurette lembrou bem, colocar-se no lugar do outro é muito importante. O sentimento da vingança para mim é o mais assustador.

caminada disse...

Ricardo querido, não me considero capaz de me posicionar diante desse conflito, que parece se eternizar . Não tenho conhecimento profundo sobre a história das civilizações. As causas primeiras que geraram esta barbárie eu não conheço. Ou conheço a partir de um único olhar.
Sou capaz apenas de me horrorizar pela morte trágica de tantos inocentes, sob os mais diversos pretextos, ao longo da história da humanidade. E de perceber a intromissão oportunista dos chamados países do primeiro mundo em questões que só dizem respeito a suas economias. O destino da humanidade não importa, desde que se mantenha girando a ciranda financeira que gerou a crise que o mundo está vivendo. Nem mesmo o fim da nossa Terra, hoje chamada de planeta, lhes mobiliza.
Lembro-me, porém, das palavras de Golda Meir, que me comoveram, e que, resumidamente dizem:
"Só teremos paz quando eles amarem suas crianças mais do que nos odeiam."
Alerto, contudo, que também não a conheço em profundidade como figura de estadista e que imagino que sua posição não pode ser totalmente imparcial. Também gostaria de encontrar palavras do lado palestino e, certamente, eles as terão.
Às vezes acho mesmo, que o homem, com as exceções que confirmam a regra, não deu certo. Será que Deus falhou?
Bjsss.
Caminada

Anônimo disse...

Querido Ricardo

Embora compreenda a sua indignação (e de todos), acho que seu blog tem sido maravilhoso por tratar de assuntos arte com uma profundidade que poucos, como você, é capaz.
Acho, no entanto, lamentável, que o mesmo não ocorra em relação a política.

O anti-semitismo é um sentimento insidioso e perigoso, de fácil capacidade de alastramento. É histórico, atávico.
Reparou que em nenhum dos comentários há referência aos foguetes enviados pelo governo (declaradamente terrorista)Hamas?

Não vou ficar argumentando aqui. Só mais uma pergunta: Vc acha que Israel está fazendo isso por que quer? Por que gosta? (Se a resposta for sim, vide parágrafo anterior)
Envio a vc uma charge, que embora meio tragicômica (por ser charge em um assunto tão delicado), diz muito a respeito do que está ocorrendo

bj
Mauri

tertulías disse...

Só para deixar uma coisa muito clara aqui: Minha posicao nao é anti-semita, muito pelo contrário, estou criticando o ESTADO Israel. Duas coisas completamente diferentes. Infelizmente hoje em dia nao se pode criticar Israel, sem ser acusado de anti-semitismo, o que ao meu ver é uma grande besteira.

Maurette disse...

Concordo contigo, Ricardo. Anti-semitismo é ser contra o povo judeu; xenofobia é ser contra qualquer povo ou raça que não seja a de quem é contra.
Pode-se respeitar o povo judeu sem, no entanto, considerar seus governantes acima do bem e do mal, com o direito de destruir um povo, de privá-lo da vida, do convívio com os parentes que moram a poucos quilômetros, sem cortar as oliveiras que são o seu ganha-pão. Se falamos em humanidade, temos de pensar que todo ser humano tem direito à vida, ao respeito, à felicidade, à cidadania. O mundo está ficando xenófobo, uma pessoa de origem árabe, nos Estados Unidos por exemplo, é tomada por todo o mundo árabe e sumariamente condenada a não existir, a não entrar no país, como foi o caso do cantor Cat Stevens, hoje Irmão Youssuf, após se converter ao islamismo. Povo nenhum, com história nenhuma, tem direito a exterminar milhares de pessoas em nome de uma guerra por dominação de território. Tenho a certeza de que a indignação geral seria rigorosamente a mesma se fosse o contrário - se a Palestina resolvesse bombardear Israel com a mesma atrocidade com que Israel bombardeia a já combalida Faixa de Gaza. É óbvio que os palestinos também não têm direito de enviar mísseis. Mas é muito fácil perceber que a contabilidade desse exercício de poder é extremamente favorável a Israel. A coisa que mais me revoltou até agora foi uma declaração recente do Sr. Shimon Perez: "Sabem por que morrem mais crianças palestinas do que israelenses? Por que nós cuidamos das nossas crianças." Esse nível de maldade, de tripudiar sobre o vencido, de desqualificar, é inaceitável. Agora imaginem se uma única criança israelense tivesse sido ferida: eles usariam no mínimo armas nucleares para eliminar de vez o "inimigo". Precisamos de governos comprometidos com a paz e com o bem-estar dos seres humanos que vivem nesse planeta. Para que todos vivam, trabalhem, ganhem dinheiro, movimente o comércio e assim se possa gerar felicidade para todos os povos. A gente tem que acreditar que a paz é o único caminho para que o mundo sobreviva e não permitir mais que se viva dessa maneira.
Maurette

Dani Antunes disse...

Israel... Bahhh!!!
Não agüento mais ouvir falar deles... rss

=P

Boicote NOWWW!!

Bjo

Angela Ursa disse...

Ricardo, concordo com você. Acho qualquer tipo de guerra absurda, inadmissível. As diferenças não se resolvem com a violência. Odeio qualquer tipo de fanatismo! E nada justifica a morte de crianças e adultos inocentes dessa maneira brutal. Infelizmente, não acredito numa trégua, porque o fanatismo cegou os dois lados. Beijos da Ursa

Silvia disse...

Pela PAZ! Obrigada por sua visita ao meu blog. Como me achou? Respondendo sua pergunta: sim, acho que por um lado os mais maduros poderiam ter mais recursos que os tornassem mais capazes de enfrentar as adversidades. Por outro, ainda precisamos tomar muito cuidado para não nos deixarmos abater perante as tristezas.... Como, por exemplo, as informações que nos chegam sobre essa guerra.

Ivo Korytowski disse...

Amigo Ricardo, o direito de existência de Israel, mais de meio século depois de ter sido criado, até hoje é negado pelo Hamas (procure "Hamas Charter" no google e veja com seus próprios olhos), que há anos lança foguetes contra a população do sul de Israel, fazendo com que viva em constante sobressalto. Claro que a reação brutal de Israel, com tantas vítimas inocentes, nos entristece (também a nós, judeus), mas qual a saída? E por que só quando Israel comete "erros" a opinião pública se escandaliza? Por que nos outros lugares tudo é permitido? E os homens-bomba islâmicos que explodem mercados e mesquitas e prédios inteiros no Paquistão, Iraque, Índia, Nova York etc. Isso pode? Genocídio em Darfur pode? Pegue um livro da história dos últimos dez ou vinte anos e veja quantas atrocidades se cometeram, inclusive aí na Europa, nos Balcãs. Vamos lutar pela paz e justiça, no mundo inteira, não só na Palestina.

Kaplan disse...

também eu não sou antisemita: apenas estou em contra daqueles que não fazem nada para evitar a morte de inocentes e que se situam na realidade à mesma altura que os terroristas (forem judeus ou não)
saudos.

tertulías disse...

Vamos todos lutar pela paz!

tertulías disse...

Vamos todos lutar pela paz!