October 16th, 2016
I was asked to change this critic because I criticized Miss Rebecca Horn's and Mr.Kaydanowsky's work.
I was in a good mood and I changed it.
But I still do not understand why I did that. What made me do that...
I deleted the words but I still feel them.
My opinion has not been changed.
I shall never change a critic again. Critics are part of the trade. If you're on "Show-Bizz", you must count with it.
It is a shame that some people do not accept free speech which should belong to us all.
One should be absolutely free to voice (or in this case, write) opinions on subjects of any art form.
Art should speak to a person's emotions and evoke a response.
It is for no one else to decide what that response should or should not be and to censor an unfavourable opinion.
Best regards
Ricardo Leitner
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It is always wonderful to watch performances – not such important ones – during the season…
New information…
ADAGIO HAMMERKLAVIER
is and will always be a very gloomy kind of ballet – and to be very honest it is NOT one of my favourite van Manen’s pieces. It is beautiful but it is also very boring… and terribly dark.
Lovely performances by Eszter Ledán, Alexandru Tcacenco (having his debut in this role) and Alice Firenze.
Even if I love and cherish Liudmila Konovalova’s work and stage presence I do not think this role is right for her… It does not frame the canvas of artistry that this beautiful Ballerina possesses.
It is not "enough" for her talents - and I hope you may have seen that I make a pont in writing this substantive in the plural form.
Mikhail Sosnovschi – looking very thin, long necked and younger than ever – always a pleasure to watch on stage.
CACTI
Ekman’s choreography is always fun – so challenging -
Masayu Kimoto gave a new (for me), delightful reading of this role.
One should mention Alexis Forabosco (a strong dancer), Dumitru Taran and Greig Matthews – full of energy and giving the audience lots of “fun”.
Three dancers you can “rely” on.
I will never forget these three in "Manon". Pure joy!
BELLA FIGURA
One of Kylián’s masterpieces…
Ketevan Papava leading the piece in her own special way. Miss Papava is an inspiration to all “everyday ballet goers”.
I have been watching her work quite closely since many years and it is incredible what has been going on within her.
I am not talking about technique.
I am talking about “aura”, stage presence…
A Diva is being born.
Great performances by Alexis Forabosco (again very strong), Nina Polakova, Kamil Pavelka and Davide Dato – such a natural dancer…
But, the graetest pleasure was to remember Miss Marie-Claire D’Lyse’s performance some years ago... Unforgettable.
All in all: a pleasant, “nice” evening.
Not too special – but also not bad…
domingo, 9 de outubro de 2016
domingo, 2 de outubro de 2016
segunda-feira, 19 de setembro de 2016
Cyd Charisse e Fred Astaire... a muitas capas de livros...
...que povoaram minha infancia.
Como meus pais eram loucamente apaixonados pelas tramas da "Grand Dame" do crime, Agatha Christie, ainda existem nas estantes do apartamento no Rio de Janeiro vários exemplares de livros que levam em sua capa esta forma de ilustrações tão popular na época...
Livros amarelados pelo sol, livros porém que "vivem", com frases sublinhadas, anotações, flores secas, contas ou recortes de jornais que serviam para marcar as páginas - tão ao contrário dos frios "readers" de hoje em dia...
Olhá-las, digo, olhar estas capas me faz lembrar de "casa", da minha infancia, de férias e fins-de-semana em Penedo... Adoro estas ilustrações...














...e, last but not least: Vincente Minnelli soube captar a essencia deste "kitsch" no seu "The girl hunt Ballet" (MGM 1954, The band Wagon)
Como meus pais eram loucamente apaixonados pelas tramas da "Grand Dame" do crime, Agatha Christie, ainda existem nas estantes do apartamento no Rio de Janeiro vários exemplares de livros que levam em sua capa esta forma de ilustrações tão popular na época...
Livros amarelados pelo sol, livros porém que "vivem", com frases sublinhadas, anotações, flores secas, contas ou recortes de jornais que serviam para marcar as páginas - tão ao contrário dos frios "readers" de hoje em dia...
Olhá-las, digo, olhar estas capas me faz lembrar de "casa", da minha infancia, de férias e fins-de-semana em Penedo... Adoro estas ilustrações...














...e, last but not least: Vincente Minnelli soube captar a essencia deste "kitsch" no seu "The girl hunt Ballet" (MGM 1954, The band Wagon)
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sábado, 10 de setembro de 2016
Audrey Hepburn, George Peppard, a música de Henry Mancini e...o perfeito passeio.
Uma tarde de passeios...
Minha perfeita idéia, meu perfeito conceito de uma tarde na cidade ainda é este passeio de Audrey Hepburn e George Peppard por Manhattan, sem suar apesar do sol, sem barulho apesar dos carros na rua, sem stress apesar de estar no centro do mundo, sem muitas pessoas ao redor...
um sonho cinematográfico...
maravilhoso e romantico...
e ainda por cima no Upper West Side (ou ainda é Mid-Town, ali nas alturas do Radio City Music Hall?)!
Isso sem mencionar o sensível, inspirante, maravilhoso fundo musical de Henry Mancini.
Fundamental para esta "leitura" de Manhattan!
Um momento miudinho cinematográfico - e muito simples - que amo.



Não resisti a postar isso, depois deste passeio nosso aqui de sábado…
quarta-feira, 7 de setembro de 2016
Carmen Dell'Orefice (03/06/1931)
sábado, 3 de setembro de 2016
O que é um Cisne? What is a Swan?
Como que “por pura coincidencia” (elas não existem mesmo, não é?) recebi há alguns anos, um comunicado da TCM (Turner Classic Movies) no qual notei o lançamento em DVD de “The Swan”, filme maravilhoso (que buscava há muitos, muitos anos mesmo) com um elenco soberbo: Grace Kelly, Alec Guinness, Louis Jourdan, Agnes Moorehead, Jessie Royce Landis (fantástica!), a magnífica (e querida) Estelle Winwood e Leo G. Carroll, dirigido por de forma sensível Charles Vidor e baseado na peça do húngaro Ferenc Molnár. Um filme de uma delicadeza sóbria e de uma apaixonante decepção (pois me envolvi demais com os personagens e acabei sofrendo com sua conclusão).


Ontem revi este filme. E a emoção da qual me lembrava foi ainda muito mais forte, intensa, quase abaladora…
Encontrei o que pensava e não precisei mas procurar formas de articular meus pensamentos. Eles estavam ali, na tela, no texto em que ouvia (e “via” concretamente), como se estivessem me recontando algo que havia esquecido dentro de mim.
O diálogo (práticamente um monólogo de “Prince Albert”) revela ao personagem de Kelly (Princess Alexandra) o que significa “ser” um cisne, no exato momento em que seu amor “burgues” (o professor de seus irmãos, brilhantemente interpretado por Louis Jourdan deixa o palácio, saíndo assim eternamente de sua vida.
Brilhante metáfora de Molnár.
Aplaudo de pé… Bravo !
E “vejo”, "revejo" finalmente meu cisne perfeito na interpretação de Grace Kelly…
Curioso o fato de ve-lo assim num filme, numa atriz... e num ator! (Sim, Guinness também me recorda um cisne aqui, um cisne mais sábio que conhece os "por ques"!).
Aqui o diálogo original e uma livre tradução minha.
Leiam e assistam a cena abaixo. Sei que entenderão o que quiz dizer.
Um lindo momento cinematográfico - cheio de emoção. Grande Arte pode ser o cinema...
Prince Albert: Your father used to call you his swan, or at least so I am told. I think that's a good thing to remember. Think what it means to be a swan. To glide like a dream on the smooth surface of the lake, and never go on the shore. On dry land, where ordinary people walk, the swan is awkward, even ridiculous. When she waddles up the bank she painfully resembles a different kind of bird, n'est-ce-pas?
Princess Alexandra: A goose.
Prince Albert: I'm afraid so. And there she must stay, out on the lake; silent, white, majestic. Be a bird, but never fly; know one song but never sing it until the moment of her death. And so it must be for you, Alexandra. And high, cool indifference to the staring crowds along the bank. And the song? Never.
Príncipe Albert: Seu pai costumava lhe chamar de seu cisne, ou pelo menos foi o que me disseram. Eu acho que isto é uma coisa boa para se relembrar. Pense no que significa ser um cisne. Deslizar como um sonho na suave superfície de um lago e nunca ir à sua margem. No terra seca, onde gente comum caminha, o cisne é desajeitado, até ridículo. Quando anda bamboleando-se ele dolorosamente assemelha-se a um outro tipo de pássaro, n’est-ce-pas?
Princesa Alexandra: A um ganso.
Príncipe Albert: Temo que sim. Então lá ele deve se manter, fora no lago; silencioso, branco, majestoso. Sendo um pássaro porém nunca voando; sabendo uma única canção mas nunca cantando-a até o momento de sua morte. E assim deve ser com voce, Alexandra. E altiva e gélida indiferença para as massas que lhe olham fixamente ao longo da margem. E a canção? Nunca.
quinta-feira, 25 de agosto de 2016
Big Spender na "Sesame Street"???? Julie Andrews em 1973...
Num certo tempo dos anos 70 era, para a classe artística, quase um “símbolo de status” aparecer ou em “Sesame Street” ou em “The Muppets Show”.
Muito importante MESMO!
Como os tempos mudaram...
Julie Andrews, magnífica Julie, teve várias oportunidades já que – nestes anos – ainda tinha o “status” de “Superstar” (que para mim, particularmente, até hoje não perdeu!).
Aqui uma deliciosa “rendition” de “Big Spender” (a música das prostitutas de “Sweet Charity” num programa de crianças!) de uma Julie que queria libertar-se de qualquer forma da imagem “água com açúcar” que tinha adquirido em “Mary Poppins” e em “The Sound of Music”. Julie, musicalmente, "on top"!
P.S. lembro-me de ter assitido este programa em casa, no início de minha adolescencia, numa daquelas primeiras TVs à cores que tivemos no Brasil – um daqueles elefantes que ocupavam 3 metros cúbicos de qualquer sala…
Haja...
A nossa era uma “Telefunken”… tecnologia alemã sempre foi um "must" para meu pai.
E isso para alguém que trabalhou para a Philipps do Brasil, empresa holandesa...
Tempos de descobertas, de muitas descobertas: Broadway, Cinema, musicais abriam suas portas para mim…
Muito importante MESMO!
Como os tempos mudaram...
Julie Andrews, magnífica Julie, teve várias oportunidades já que – nestes anos – ainda tinha o “status” de “Superstar” (que para mim, particularmente, até hoje não perdeu!).
Aqui uma deliciosa “rendition” de “Big Spender” (a música das prostitutas de “Sweet Charity” num programa de crianças!) de uma Julie que queria libertar-se de qualquer forma da imagem “água com açúcar” que tinha adquirido em “Mary Poppins” e em “The Sound of Music”. Julie, musicalmente, "on top"!
P.S. lembro-me de ter assitido este programa em casa, no início de minha adolescencia, numa daquelas primeiras TVs à cores que tivemos no Brasil – um daqueles elefantes que ocupavam 3 metros cúbicos de qualquer sala…
Haja...
A nossa era uma “Telefunken”… tecnologia alemã sempre foi um "must" para meu pai.
E isso para alguém que trabalhou para a Philipps do Brasil, empresa holandesa...
Tempos de descobertas, de muitas descobertas: Broadway, Cinema, musicais abriam suas portas para mim…
sexta-feira, 12 de agosto de 2016
Blackbird... Beatles... porque nem podemos pensar em esquecer certas coisas...
Blackbird singing in the dead of night
Take these broken wings and learn to fly
All your life
You were only waiting for this moment to arise.
Blackbird singing in the dead of night
Take these sunken eyes and learn to see
All your life
You were only waiting for this moment to be free.
Blackbird fly Blackbird fly
Into the light of the dark black night.
You were only waiting for this moment to arise.
Blackbird fly Blackbird fly
Into the light of the dark black night.
Blackbird singing in the dead of night
Blackbird singing in the dead of night
Take these broken wings and learn to fly
All your life
YOU WERE ONLY WAITING FOR THIS MOMENT TO ARISE...
domingo, 7 de agosto de 2016
Tommy Tune
Sempre amei o talento de Tommy Tune...
Tommy nasceu em 1939... Quase impossível imaginar que este "menino" fará 80 anos em menos de 3 anos...
Bailarino que "vi" pela primeira vez em "The Boyfriend" e em "Hello Dolly!"
Sua auto-biografia é uma maravilha, de tanto humor... um amigo, Miguel, a recebeu de mim, de uma forma meio oblíqua (aquelas coisas de "gentinha" que presenteia outros com presentes recebidos) mas recebeu... e sei que amou...
Mas foi só quando vi seu trabalho como diretor (e coreógrafo), pela primeira vez, em "Grand Hotel" que me apaixonei de vez...
E desculpo até, por isso, esta sua afetada gayzérrima "performance" aqui.
terça-feira, 2 de agosto de 2016
Judy Garland nos conta uma estória... uma sobre o "Oscar perdido"... Charme puro!
Adoro ouvir estórias.
Adoro contá-las também.
Mas nada prende minha atenção mais do que uma estória bem contada.
Imaginem só se eu tivesse tido a honra de ser hóspede de Isak Dinesen/Karen Blixen quando ela contava aquelas estórias improvisadas,ou como diriam os "repentistas" no Nordeste brasileiro
"de repente"...
Oh, eu teria literalmente enlouquecido.
Sim, há uma individualidade e uma extrema intelectualidade no captar a atenção de outros ao contar uma coisa completamente pessoal...
Muita inteligencia requerida... e um "timing" inato, instintivo danado!
Normalmente a vida dos outros nada me interessa...Mas quando bem contada...
Uhmmm... aqui um exemplo (e tanto!) apesar de ser ensaiado etc... Mesmo assim... AMO!
Neste curto clip Judy consegue, além de me prender completamente com cada sílaba que pronuncia, me fazer rir muitas, muitas vezes...
Genialidade não se fabrica. Ou ela existe ou não.
Isso além de um charme que poderia ser descrito como "único".
Ah, Judy... I love you!
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